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Vários materiais, quando queimados, podem levar à formação de dioxinas, um composto do grupo dos organoclorados. Mesmo quando a queima ocorre em incineradores, há liberação de substâncias derivadas da dioxina no meio ambiente. Tais compostos são produzidos em baixas concentrações, como resíduos da queima de matéria orgânica em presença de produtos que contenham cloro. Como consequência de seu amplo espalhamento no meio ambiente, bem como de suas propriedades estruturais, as dioxinas sofrem magnificação trófica na cadeia alimentar. Mais de 90% da exposição humana às dioxinas é atribuída aos alimentos contaminados ingeridos. A estrutura típica de uma dioxina está apresentada a seguir:
Descrição da imagem (gerado por IA)
Fórmula estrutural química em preto e branco. Aparecem dois anéis benzênicos (hexágonos com círculo interno) ligados por dois átomos de oxigênio em ponte. Cada anel possui dois átomos de cloro (Cl) ligados em posições específicas nas laterais. Abaixo do desenho está o nome da substância em duas linhas.
Textos contidos na imagem (gerado por IA)
Cl
O
2,3,7,8-tetraclorodibenzo-p-dioxina
(2,3,7,8-TCDD)
A molécula do 2,3,7,8-TCDD é popularmente conhecida pelo nome "dioxina", sendo a mais tóxica dos 75 isômeros de compostos clorados de dibenzo-p-dioxina existentes.
Com base no texto e na estrutura apresentada, as propriedades químicas das dioxinas que permitem sua bioacumulação nos organismos estão relacionadas ao seu caráter
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básico, pois a eliminação de materiais alcalinos é mais lenta do que a dos ácidos.
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ácido, pois a eliminação de materiais ácidos é mais lenta do que a dos alcalinos.
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redutor, pois a eliminação de materiais redutores é mais lenta do que a dos oxidantes.
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lipofílico, pois a eliminação de materiais lipossolúveis é mais lenta do que a dos hidrossolúveis.
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hidrofílico, pois a eliminação de materiais hidrossolúveis é mais lenta do que a dos lipossolúveis.