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Um laboratório farmacêutico desenvolveu um anestésico tópico, em forma de creme, destinado à aplicação na pele de pacientes a serem submetidos a pequenas intervenções dermatológicas. As nanocápsulas são feitas de um polímero 100% biodegradável, dotadas de paredes semipermeáveis, e têm um núcleo oleoso que contém os princípios ativos prilocaína e lidocaína. O nanoanestésico é responsável pelo transporte e entrega dos princípios ativos à região desejada do organismo.
Descrição da imagem (gerado por IA)
Ilustração em corte da pele, mostrando a penetração de dois tipos de produto. As camadas estão rotuladas, de cima para baixo, “EPIDERME”, “DERME” e “HIPODERME”; há folículos pilosos com pelos saindo da superfície e vasos sanguíneos e estruturas enoveladas na derme. À esquerda, sob a legenda “PRODUTO NORMAL”, gotas cinzas caem sobre a pele e ficam retidas na superfície e na epiderme. À direita, sob a legenda “PRODUTO NANOENCAPSULADO”, uma gota maior contém pequenos quadrados vermelhos e atravessa a epiderme, alcançando a derme. Uma linha aponta para a gota e rotula “Núcleo oleoso e parede polimérica”; na derme, os quadrados vermelhos dispersos são apontados pela legenda “Princípio ativo”, e pequenos círculos cor-de-rosa aparecem na região da epiderme/derme.
Textos contidos na imagem (gerado por IA)
PRODUTO NORMAL
PRODUTO NANOENCAPSULADO
EPIDERME
DERME
HIPODERME
Núcleo oleoso e parede polimérica
Princípio ativo
A utilização dessas nanocápsulas implica o(a)
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diminuição do tempo de vida do fármaco, pela migração do medicamento da epiderme para a hipoderme.
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facilidade de sua absorção na epiderme, pela interação do núcleo oleoso com a camada de gordura da pele.
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acréscimo da concentração dos princípios ativos do anestésico na epiderme, ampliando sua região de atuação.
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utilização de uma maior quantidade do creme, para manter a eficiência da droga mesmo com a miniaturização da cápsula.
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aumento do transporte e da absorção dos princípios ativos, à medida que elas se degradam ao migrarem da epiderme para a derme.