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Pesquisas na área de neurobiologia confirmam que a prática meditativa é responsável por diminuir consideravelmente a frequência respiratória para praticantes avançados, que, após iniciarem a meditação, têm suas frequências respiratórias reduzidas até se estabilizarem em um nível mais baixo. O gráfico apresenta a relação da frequência respiratória, em incursões de respirações por minuto (rpm), em relação ao tempo, em minuto, de um praticante avançado, em que () representa a frequência no instante , no qual se inicia a prática meditativa; e (), a frequência no instante , a partir do qual esta se estabiliza durante a meditação.
Descrição da imagem (gerado por IA)
Gráfico de linha com eixo vertical rotulado Frequência respiratória (rpm), com dois níveis marcados no eixo: f1 (mais alto) e f2 (mais baixo). O eixo horizontal é rotulado Tempo (min). A curva azul começa em um patamar horizontal no nível f1 e, a partir de um instante marcado pela linha vertical tracejada t1, começa a cair suavemente até atingir o patamar f2 no instante marcado pela linha vertical tracejada t2, permanecendo constante nesse nível até o fim do gráfico. Abaixo do eixo, entre t1 e t2, está escrito Início da prática meditativa. Há uma linha com a fonte ao pé da imagem.
Textos contidos na imagem (gerado por IA)
Frequência respiratória (rpm)
Tempo (min)
f1
f2
t1
t2
Início da prática meditativa
Disponível em: www.redepsi.com.br. Acesso em: 3 dez. 2018 (adaptado).
A partir do instante , em que se inicia a prática meditativa, o comportamento da frequência respiratória, em relação ao tempo, após ,
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mantém-se constante.
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é diretamente proporcional ao tempo.
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é inversamente proporcional ao tempo.
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diminui até o instante , a partir do qual se torna constante.
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diminui de forma proporcional ao tempo, tanto entre e quanto após .