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Os satélites em órbitas geoestacionárias ocupam uma posição fixa em relação à superfície da Terra e, por isso, podem ser usados como sistemas de comunicação. Pela limitação de espaço, o número de satélites que podem ser posicionados numa órbita é finito. O lançamento de um satélite geoestacionário envolve três etapas:
• Lança-se o satélite da base terrestre até uma órbita circular próxima (órbita ).
• No estágio de propulsão, aplica-se um impulso tangencial à trajetória no ponto A, mudando-se para uma órbita elíptica até o satélite atingir o ponto B, que coincide com o raio de sua órbita geoestacionária.
• No ponto B, efetua-se uma mudança para a órbita circular , aplicando-se um impulso tangente à trajetória.
Descrição da imagem (gerado por IA)
Diagrama esquemático de órbitas em torno da Terra. No centro aparece o globo terrestre, com continentes em verde e oceanos em azul. Em torno dele há duas órbitas circulares concêntricas, desenhadas em laranja, e setas curvas indicam o sentido do movimento. A órbita interna, próxima à superfície, está marcada com “300 km”. A órbita externa está marcada com “36 000 km”, indicado por uma seta que vai da Terra até ela. Sobre o globo, uma seta aponta do centro até a superfície, rotulada “R = 6 400 km”. Na órbita interna, à esquerda, está assinalado o ponto A; na órbita externa, à direita, o ponto B. Uma seta curva vermelha vai do ponto A até o ponto B, passando por baixo do globo.
Textos contidos na imagem (gerado por IA)
300 km
36 000 km
R = 6 400 km
A
B
Identificando a órbita interna como , a órbita geoestacionária como e a órbita elíptica como E, as energias mecânicas do satélite nas três órbitas são identificadas, respectivamente, como , e .
A relação de comparação entre as energias mecânicas do satélite nas três órbitas é
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