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O cádmio, presente nas baterias, pode chegar ao solo quando esses materiais são descartados de maneira irregular no meio ambiente ou quando são incinerados. Diferentemente da forma metálica, os íons são extremamente perigosos para o organismo, pois eles podem substituir íons , ocasionando uma doença degenerativa nos ossos, tornando-os muito porosos e causando dores intensas nas articulações. Podem ainda inibir enzimas ativadas pelo cátion , que são extremamente importantes para o funcionamento dos rins. A figura mostra a variação do raio de alguns metais e seus respectivos cátions.
Descrição da imagem (gerado por IA)
Diagrama com dez círculos dispostos em duas fileiras de cinco. Na fileira superior, os círculos representam átomos e têm tamanhos decrescentes, com rótulos e valores: Ca – 197 pm, Na – 191 pm, Cd – 152 pm, Al – 143 pm, Zn – 137 pm. Na fileira inferior, os círculos representam os íons correspondentes e são menores: Ca²⁺ – 100 pm, Na¹⁺ – 102 pm, Cd²⁺ – 103 pm, Al³⁺ – 53 pm, Zn²⁺ – 83 pm. Cada círculo tem um pequeno traço vertical abaixo do rótulo.
Textos contidos na imagem (gerado por IA)
Ca
197 pm
Na
191 pm
Cd
152 pm
Al
143 pm
Zn
137 pm
Ca²⁺
100 pm
Na¹⁺
102 pm
Cd²⁺
103 pm
Al³⁺
53 pm
Zn²⁺
83 pm
FIGURA 1: Raios atômicos e iônicos de alguns metais.
Com base no texto, a toxicidade do cádmio em sua forma iônica é consequência de esse elemento
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apresentar baixa energia de ionização, o que favorece a formação do íon e facilita sua ligação a outros compostos.
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possuir tendência de atuar em processos biológicos mediados por cátions metálicos com cargas que variam de +1 a +3.
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possuir raio e carga relativamente próximos aos de íons metálicos que atuam nos processos biológicos, causando interferência nesses processos.
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apresentar raio iônico grande, permitindo que ele cause interferência nos processos biológicos em que, normalmente, íons menores participam.
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apresentar carga +2, o que permite que ele cause interferência nos processos biológicos em que, normalmente, íons com cargas menores participam.