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O Brasil é um dos países que obtêm melhores resultados na reciclagem de latinhas de alumínio. O esquema a seguir representa as várias etapas desse processo:
Descrição da imagem (gerado por IA)
Fluxograma sobre a reciclagem de latas de alumínio, com caixas cinzas. No topo, da esquerda para a direita: "LIXO", ligada por uma linha a "TRIAGEM" (caixa maior, com dois blocos de texto) e esta ligada a "PRENSA". Da caixa "LIXO" desce uma linha até a caixa inferior esquerda, e da "PRENSA" desce uma linha até a caixa "FORNO" (inferior direita). As caixas inferiores se conectam entre si por uma linha. O fluxo indica a sequência do processo, da coleta até a fusão e a moldagem de novos lingotes.
Textos contidos na imagem (gerado por IA)
LIXO
TRIAGEM
PRENSA
FORNO
No lixo, várias impurezas podem se misturar à lata.
As latas passam por um processo de catação manual e por um jato de ar que arremessa as latas para o alto, possibilitando a identificação das que estão cheias de detritos (mais pesadas).
- Detectores de radioatividade são usados para identificar qualquer tipo de contaminação.
- Ímãs são usados para detectar pedaços de ferro.
Uma prensa cria fardos de latas.
O alumínio é resfriado em formas que moldam os lingotes.
Os lingotes darão origem a novas latas.
As tintas e outros produtos químicos são eliminados durante a fusão a 400 °C - 700 °C.
A temperatura do forno em que o alumínio é fundido é útil também porque
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sublima outros metais presentes na lata.
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evapora substâncias radioativas remanescentes.
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impede que o alumínio seja eliminado em altas temperaturas.
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desmagnetiza as latas que passaram pelo processo de triagem.
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queima os resíduos de tinta e outras substâncias presentes na lata.