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No final do século XIX, muitos cientistas estavam interessados nos intrigantes fenômenos observados nas ampolas de raios catódicos, que são tubos sob vácuo em que se ligam duas placas a uma fonte de alta tensão. Os raios catódicos passam através de um orifício no ânodo e continuam o percurso até a outra extremidade do tubo, onde são detectados pela fluorescência produzida ao chocarem-se com um revestimento especial, como pode ser observado na figura. Medições da razão entre a carga e a massa dos constituintes dos raios catódicos mostram que a sua identidade independe do material do cátodo ou do gás dentro das ampolas.
Descrição da imagem (gerado por IA)
Esquema de um tubo de vidro em corte, de formato alongado e com bulbos nas extremidades, com fundo claro e legendas indicadas por linhas. Na extremidade esquerda há o Cátodo (–) e, um pouco à frente e acima, o Ânodo (+). Do lado esquerdo parte a indicação Alta tensão, ligada por um fio à região do cátodo. No meio do tubo, abaixo do eixo central, aparece a inscrição Tubo de raios catódicos. À direita, no estreitamento do tubo, há duas placas paralelas horizontais: em cima a Placa negativa (–) e embaixo a Placa positiva (+), com os sinais – e + indicados fora do tubo. Uma linha tracejada, representando o feixe, atravessa o tubo, desvia-se para baixo ao passar entre as placas e segue até a extremidade direita, onde está a indicação Raios catódicos.
Textos contidos na imagem (gerado por IA)
Alta tensão
Cátodo
–
Ânodo
+
Tubo de raios catódicos
Placa negativa
Placa positiva
Raios catódicos
–
+
Essa radiação invisível detectada nas ampolas é constituída por
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ânions.
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cátions.
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prótons.
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elétrons.
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partículas alfa.