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Descrição da imagem (gerado por IA)
Ilustração em preto e branco, em perspectiva, de um corte de terreno em declive. No topo da encosta há árvores; a superfície do solo, mais clara, desce em direção a uma planície escura, onde linhas escuras sinuosas formam canais que se ramificam em padrão dendrítico na área alagada. A lateral do bloco mostra uma camada clara e, abaixo, uma faixa escura contínua. Rótulos com linhas indicativas apontam para quatro elementos: 'Nível d'água' (a faixa escura inferior), 'Sulcos ou ravinas' (as incisões no meio da encosta), 'Zona temporariamente encharcada' (a área logo acima da planície) e 'Boçoroca' (a cavidade no centro-direita). Abaixo, consta a referência bibliográfica 'TEIXEIRA, W. et al. (Orgs). Decifrando a Terra. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 2009.'
Textos contidos na imagem (gerado por IA)
Nível d'água
Sulcos ou ravinas
Zona temporariamente encharcada
Boçoroca
TEIXEIRA, W. et al. (Orgs). Decifrando a Terra. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 2009.
Muitos processos erosivos se concentram nas encostas, principalmente aqueles motivados pela água e pelo vento. No entanto, os reflexos também são sentidos nas áreas de baixada, onde geralmente há ocupação urbana. Um exemplo desses reflexos na vida cotidiana de muitas cidades brasileiras é
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a maior ocorrência de enchentes, já que os rios assoreados comportam menos água em seus leitos.
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a contaminação da população pelos sedimentos trazidos pelo rio e carregados de matéria orgânica.
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o desgaste do solo nas áreas urbanas, causado pela redução do escoamento superficial pluvial na encosta.
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a maior facilidade de captação de água potável para o abastecimento público, já que é maior o efeito do escoamento sobre a infiltração.
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o aumento da incidência de doenças como a amebíase na população urbana, em decorrência do escoamento de água poluída do topo das encostas.