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Estudos mostram o desenvolvimento de biochips utilizados para auxiliar o diagnóstico de diabetes melito, doença evidenciada pelo excesso de glicose no organismo. O teste é simples e consiste em duas reações sequenciais na superfície do biochip, entre a amostra de soro sanguíneo do paciente, enzimas específicas e reagente (iodeto de potássio, KI), conforme mostrado na imagem.
Descrição da imagem (gerado por IA)
Esquema em preto e branco dividido em dois quadros sobrepostos. No quadro superior, com o título "(i) Biochip antes da adição de soro", aparece a vista superior de um biochip em forma de haltere, com duas extremidades arredondadas ligadas por uma haste com saliências centrais. Duas setas apontam de cima para baixo para o dispositivo: uma indicando "Enzimas", na região central, e outra indicando "KI", na extremidade direita. No quadro inferior, com o título "(ii) Biochip após a adição de soro", o mesmo dispositivo aparece com a extremidade direita preenchida com um círculo cinza, e setas apontam "Soro" sobre a extremidade esquerda e "Cor" sobre a extremidade direita; abaixo do dispositivo há uma seta horizontal indicando "Fluxo", da esquerda para a direita.
Textos contidos na imagem (gerado por IA)
(i) Biochip antes da adição de soro
Enzimas
KI
(ii) Biochip após a adição de soro
Soro
Cor
Fluxo
Após a adição de soro sanguíneo, o fluxo desloca-se espontaneamente da esquerda para a direita (ii) promovendo reações sequenciais, conforme as equações 1 e 2. Na primeira, há conversão de glicose do sangue em ácido glucônico, gerando peróxido de hidrogênio:
Equação 1
Na segunda, o peróxido de hidrogênio reage com íons iodeto gerando o íon tri-iodeto, água e oxigênio.
Equação 2
O tipo de reação que ocorre na superfície do biochip, nas duas reações do processo, é
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análise.
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síntese.
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oxirredução.
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complexação.
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ácido-base.