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Descrição da imagem (gerado por IA)
Desenho a traço, em preto e branco, de duas colunas curvas que se alargam para cima e se estreitam na base, semelhantes às colunas da Catedral de Brasília, ligadas entre si por linhas horizontais no alto e por curvas junto ao solo. Entre as duas colunas há a silhueta pequena de uma pessoa de pé, para dar noção de escala. Abaixo do desenho, o título "IMODESTO" seguido de um trecho entre aspas: "As colunas do Alvorada podiam ser mais fáceis de construir, sem aquelas curvas. Mas foram elas que o mundo inteiro copiou".
Textos contidos na imagem (gerado por IA)
IMODESTO "As colunas do Alvorada podiam ser mais fáceis de construir, sem aquelas curvas. Mas foram elas que o mundo inteiro copiou"
Brasília 50 anos. Veja. Nº 2 138, nov. 2009.
IMODESTO
“As colunas do Alvorada podiam ser mais fáceis de construir, sem aquelas curvas. Mas foram elas que o mundo inteiro copiou”
Utilizadas desde a Antiguidade, as colunas, elementos verticais de sustentação, foram sofrendo modificações e incorporando novos materiais com ampliação de possibilidades. Ainda que as clássicas colunas gregas sejam retomadas, notáveis inovações são percebidas, por exemplo, nas obras de Oscar Niemeyer, arquiteto brasileiro nascido no Rio de Janeiro em 1907. No desenho de Niemeyer, das colunas do Palácio da Alvorada, observa-se
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a presença de um capitel muito simples, reforçando a sustentação.
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o traçado simples de amplas linhas curvas opostas, resultando em formas marcantes.
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a disposição simétrica das curvas, conferindo saliência e distorção à base.
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a oposição de curvas em concreto, configurando certo peso e rebuscamento.
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o excesso de linhas curvas, levando a um exagero na ornamentação.