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RODRIGUES, S. Acervo pessoal.
A revolução estética brasileira empurrou os designers de móveis dos anos 1950 e início dos 1960 para o novo. Induzidos a abandonar o gosto rebuscado pelo colonial, a trocar Ouro Preto por Brasília, eles criaram um mobiliário contemporâneo que ainda hoje vemos nas lojas e nas salas de espera de consultórios e escritórios. Colada no uso de madeiras nobres, como o jacarandá e a peroba, e em materiais de revestimento como o couro e a palhinha, desenvolveu-se uma tendência feita de linhas retas e curvas suaves, nos moldes da capital no Cerrado.
Descrição da imagem (gerado por IA)
Imagem em preto e branco, sobre fundo branco, com três peças de mobiliário de estrutura metálica fina dispostas lado a lado. À esquerda, uma cadeira simples, com assento e encosto retangulares. Ao centro, uma poltrona com braços e almofadas claras, mais larga que as demais. À direita, uma cadeira com braços e encosto de tela vazada, tipo grade. No canto superior direito, em segundo plano e parcialmente esmaecida, aparece a imagem de um homem de terno e gravata em pé, segurando um tecido ou papel.
Textos contidos na imagem (gerado por IA)
Nenhum texto foi identificado nesta imagem.
Na reportagem sobre os 50 anos de Brasília, de Débora Chaves, com a reprodução fotográfica de cadeiras e poltronas de Sérgio Rodrigues, verifica-se que os elementos da estética brasileira
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aparecem definidos nas linhas retas dos objetos.
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expressam o desenho rebuscado por meio das linhas.
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mostram a expressão assimétrica das linhas curvas suaves.
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apontam a unidade de matéria-prima utilizada em sua fabricação.
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surgem na simplificação das informações visuais de cada composição.