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Glory Ames, from the White Earth reservation, is frustrated that despite the presence of several indigenous reservations near Moorhead, local Halloween stores still feature a western section with costumes such as “pow wow princess”.

Even worse, despite a long-running debate about racism and cultural appropriation, often prompted by backlash against celebrities and politicians for donning offensive costumes, people continue to wear such costumes.

Last Halloween, Ames spotted a photo on Instagram of a girl dressed as a Native American with a bullet in her forehead. She immediately reported it to the social media platform and had it removed.

“They blatantly take certain aspects of our culture, race, religion, and use it for their advantage and ignore the people living it”, said Ames.

Fonte: LIU, M. C. M. Disponível em: www.washingtonpost.com. Acesso em: 12 maio 2024 (adaptado).

Ao abordar um aspecto da celebração do Halloween, esse texto tem por objetivo

  1. denunciar a violência contra crianças indígenas.

  2. descrever costumes tradicionais em celebrações indígenas.

  3. valorizar as vestimentas características dos povos originários.

  4. criticar a exploração indevida de elementos da identidade indígena.

  5. sugerir ações de combate ao preconceito contra os povos originários.

Mais

¿Dónde está nuestro pan, patrón?
¿Dónde quedó todo ese dinero?
¿Lo tiene oculto bajo el colchón
o lo escondió en otro sucio agujero?

Yo tengo un Tàpies, dice Juan Luis;
yo tengo un Antonio López, dice Jaume.
¿Quién de los dos sabrá decir
cuántos muertos tiene a sus espaldas?

Fonte: NACHO VEGAS. Disponível em: www.lahiguera.net. Acesso em: 12 abr. 2024 (fragmento).

Na letra da canção Polvorado, ao apresentar as reflexões do eu poético, o cantor espanhol Nacho Vegas

  1. demonstra o orgulho dos trabalhadores para com artistas de referência.

  2. critica a postura dos patrões frente aos direitos dos trabalhadores.

  3. apresenta propostas para diminuir as desigualdades sociais.

  4. evidencia o diálogo horizontal entre patrão e trabalhadores.

  5. questiona a insalubridade do ambiente de trabalho.

Mais

Descrição da imagem (gerado por IA)

Tira em preto e branco, em espanhol, dividida em dois quadros sobrepostos. No primeiro quadro, marcado com a etiqueta 'ANTES', um homem de bigode, de camisa e gravata, fala ao telefone sentado a uma mesa com pilhas de papel, um fichário e uma agenda; à esquerda, o balão diz 'Sr LORENTE, TENEMOS QUE HABLAR SOBRE SU HIJO.' e, à direita, o balão da pessoa ao telefone responde 'AHORA MISMO SALGO DE LA OFICINA. LLEGO EN 20 MINUTOS.'. No segundo quadro, marcado com a etiqueta 'AHORA', o mesmo homem aparece curvado diante de um computador sobre a mesa; o balão à esquerda repete 'Sr LORENTE, TENEMOS QUE HABLAR SOBRE SU HIJO.' e o balão do homem responde '¡OIGA, QUE YO TRABAJO! YA HABLAREMOS EN LA FIESTA DEL FIN DE CURSO.'.

Textos contidos na imagem (gerado por IA)

ANTES
AHORA
Sr LORENTE, TENEMOS QUE HABLAR SOBRE SU HIJO.
AHORA MISMO SALGO DE LA OFICINA. LLEGO EN 20 MINUTOS.
¡OIGA, QUE YO TRABAJO! YA HABLAREMOS EN LA FIESTA DEL FIN DE CURSO.

Fonte: PUEBLA. Disponível em: http://argijokin.blogcindario.com. Acesso em: 24 jul. 2010.

Essa tirinha evidencia uma crítica ao fato de a

  1. família ter deixado de participar dos eventos festivos na escola.

  2. vida escolar ter deixado de ser prioridade para os responsáveis.

  3. tecnologia ter passado a impactar as decisões sobre a educação.

  4. relação entre a escola e os responsáveis ter se tornado conflituosa.

  5. resolução de problemas escolares ter passado a se dar de forma virtual.

Mais

Still I Rise

Out of the huts of history’s shame
I rise
Up from a past that’s rooted in pain
I rise
I’m a black ocean, leaping and wide,
Welling and swelling I bear in the tide.
Leaving behind nights of terror and fear
I rise
Into a daybreak that’s wondrously clear
I rise
Bringing the gifts that my ancestors gave,
I am the dream and the hope of the slave.
I rise
I rise
I rise.

Fonte: ANGELOU, M. Disponível em: www.famouspoetsandpoems.com. Acesso em: 30 jul. 2013 (fragmento).

Maya Angelou, poeta afro-americana, escreveu diversos poemas sobre a opressão racial. Em Still I Rise, o recurso utilizado pela autora para sugerir a superação da opressão racial é a

  1. rima entre “wide” e “tide”.

  2. repetição enfática de “I rise”.

  3. metáfora em “I’m a black ocean”.

  4. hipérbole em “nights of terror and fear”.

  5. ironia em “the gifts that my ancestors gave”.

Mais

La basura electrónica acumulada en 2021 pesa más que la Gran Muralla China

En el Día Internacional de los Residuos Electrónicos, el WEEE Forum, un centro multinacional dedicado a la gestión de residuos de aparatos eléctricos y electrónicos, ofrece unos datos que hablan por sí solos: este año, la montaña mundial de equipos eléctricos y electrónicos de deshecho (RAEE) será de unas 57,4 millones de toneladas, lo que supone una masa mayor que la del objeto artificial más pesado de la Tierra: la Gran Muralla China.
Según estos expertos, es necesario que hogares, empresas y gobiernos respalden los esfuerzos para llevar más productos enchufables o que funcionan con baterías, muertos o sin usar, a las instalaciones donde puedan repararse o reciclarse. De esta forma se podrían también recuperar sus componentes más valiosos para disminuir la necesidad de extraer nuevos recursos. “Incrustados en 1 millón de teléfonos celulares, por ejemplo, hay 24 kg de oro, 16 000 kg de cobre, 350 kg de plata y 14 kg de paladio, recursos que podrían recuperarse y devolverse al ciclo de producción. Y si no reciclamos estos materiales, es necesario extraer nuevos suministros, lo que daña el medio ambiente. Además, la recuperación de oro y otros materiales de los desechos ahorra una gran cantidad de emisiones de dióxido de carbono en comparación con la minería de metales vírgenes”, explica Kees Baldé, oficial principal de programas del programa SCYCLE de la Universidad de las Naciones Unidas.

Fonte: Disponível em: www.muyinteresante.es. Acesso em: 24 out. 2021 (adaptado).

Esse texto visa salientar

  1. os responsáveis pelo acúmulo de resíduos provenientes dos aparelhos eletroeletrônicos.

  2. os dados relativos ao excesso de resíduos oriundos do descarte de aparelhos eletroeletrônicos.

  3. a quantidade de ouro, prata, cobre e paládio utilizada na fabricação de aparelhos eletroeletrônicos.

  4. a necessidade de mudar hábitos com relação ao descarte dos aparelhos eletroeletrônicos em desuso.

  5. a escassez de recursos naturais disponíveis no meio ambiente para a produção de aparelhos eletroeletrônicos.

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Finding me

This revealing memoir dives into Viola Davis’s traumatic childhood in which she dealt with poverty, and familial issues, and takes readers through how she discovered acting and honed her craft. The Oscar and Emmy Award-winning actress also talks about turning down stereotypical roles offered to black women, paving the way for her to star in several critically acclaimed roles in films such as Fences.

Fonte: LESTCH, C. Disponível em: https://thestoryexchange.org. Acesso em: 20 jan. 2025 (adaptado).

Esse texto evidencia que a expressão “Finding me”, título do livro escrito pela atriz Viola Davis, está relacionada à questão do(a)

  1. construção de identidade.

  2. desempenho de atrizes negras.

  3. revelação de memórias de vida.

  4. superação de desavenças familiares.

  5. enfrentamento de traumas de infância.

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Pero no soy pesimista. En realidad, estamos viviendo tiempos formidables: por primera vez se empiezan a reconocer las diferencias neurológicas. El tiránico concepto de normalidad está resquebrajándose. Como concluyó un estudio de la Universidad de Yale (EE. UU.) de 2018, la normalidad no existe, no es más que la media estadística de la inacabable diversidad humana; de modo que no debe de haber una sola persona en la Tierra que atine con la media en todos sus parámetros. Todos somos divergentes en algo y eso empieza a aflorar. Y así, hay pequeños cambios sociales muy alentadores: por ejemplo, una cadena de supermercados ha instaurado una hora al día (la hora silenciosa) sin hilo musical y con las luces atenuadas para facilitar la compra a los clientes con neurodivergencia. Y están de moda las series de televisión con protagonistas autistas, como The Good Doctor y Bright Minds.

Fonte: MONTERO, R. Disponível em: https://elpais.com. Acesso em: 5 maio 2024.

Nesse texto, ao pontuar uma atitude concreta de intervenção social, a autora evidencia que

  1. ocorrências do transtorno do espectro autista estão aumentando.

  2. estatísticas atuais demarcam a diversidade como uma realidade social.

  3. metodologias científicas surgem para diminuir dificuldades de aprendizado.

  4. atitudes rotineiras simples melhoram a qualidade de vida de neurodivergentes.

  5. obras audiovisuais contemporâneas têm dado protagonismo à diversidade humana.

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My idea of philosophy is that if it is not relevant to human problems, if it does not tell us how we can go about eradicating some of the misery in this world, then it is not worth the name of philosophy. I think Socrates made a very profound statement when he asserted that philosophy is to teach us proper living. In this day and age “proper living” means liberation from the urgent problems of poverty, economic necessity and indoctrination, mental oppression.

Fonte: DAVIS, A. Lectures on Liberation. Washington: Smithsonian Libraries, 1971 (adaptado).

Nesse texto, ao discorrer sobre a relevância da filosofia, a escritora Angela Davis tem por objetivo

  1. criticá-la pela restrição temática.

  2. vinculá-la ao universo acadêmico.

  3. afastá-la da abordagem socrática.

  4. aproximá-la dos problemas sociais.

  5. responsabilizá-la pela pobreza humana.

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Guagua, las palabras también migran

Pocas palabras del idioma castellano despiertan tanto interés y asombro como guagua. En España su uso se reduce a las Islas Canarias, donde se registra a partir de los años 30 del pasado siglo. El origen de guagua resulta algo polémico. Todo parece indicar que la voz vino de Cuba. La trajeron de vuelta, junto con sus maletas y sus recuerdos, aquellos inmigrantes canarios que viajaron a la isla antillana en busca de fortuna. Recientemente en Lanzarote, las autoridades acuñaron “guaguismo” para potenciar el uso del transporte público y han solicitado a la Real Academia Española que introduzca dicho término en el diccionario.

El origen de guagua cambia si nos vamos al sur del continente. Autobús no es la única acepción de la palabra guagua que se usa en América. En los países del sur, tales como Colombia, Argentina o Perú, como una derivación del término quechua wáwa, también se le dice guagua a un niño de pecho o bebé. Algunos autores chilenos han defendido también que esta acepción de guagua como bebé proviene del idioma mapuche. Sea uno u otro el origen, es común en todo el cono sur oír a hombres y mujeres hablar con ternura de sus “guaguas lindas”.

Fonte: Disponível em: www.escribirbienylaro.com. Acesso em: 13 maio 2024.

Ao abordar a trajetória da palavra “guagua”, o texto destaca a

  1. presença de empréstimo linguístico no espanhol.

  2. validação de um vocábulo por uma instituição renomada.

  3. concorrência entre línguas indígenas e a língua espanhola.

  4. valorização da língua de um país em detrimento da de outro.

  5. disputa entre hispano-americanos e espanhóis por sua origem.

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Four years ago, when my daughter was born, my partner, a Mexican, and me, a Slovenian, decided we would teach her to embrace both cultures with the same respect and enthusiasm. We decided that she would speak both languages equally fluently and that she would consider herself Mexican as much as Slovenian. Considering that we’re living in Mexico, I’m the one who has to assume more efforts to achieve that. This is how I motivate my daughter to embrace Slovenian culture. When my daughter was born, I promised myself that I would teach her Slovene, so I decided to talk with her only in that language. I never use Spanish with her, not even when my partner or other people are around. I regularly switch from Spanish to Slovene, depending on the person I talk to, and it has been working (almost) perfectly. I admit her bilingualism isn’t as good as I would like it to, as she regularly responds to me in Spanish; however, she does understand every single word I say, and as the years go by she’s showing more and more interest in the language.

Fonte: ŽOLDOŠ, M. Disponível em: https://matadornetwork.com. Acesso em: 8 dez. 2017.

Ao abordar a vivência multicultural de um casal com relação à formação da filha, esse texto destaca a

  1. valorização dos costumes locais.

  2. necessidade de interação social.

  3. legitimação dos valores nacionais.

  4. busca por qualificação profissional.

  5. importância das heranças culturais.

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Días atrás, conversar con un especialista sobre el acoso escolar, me dio luces sobre qué hacer si en la familia hallamos alguien que ejerce esa agresión sobre un compañero. El experto, sin temor a dudas, afirma que detrás de las conductas del niño hostigador se hallan hogares expuestos a un contexto de violencia, problemas sobre permisividad, donde los padres no norman límites en el actuar y la conducta de sus hijos.

El acoso escolar, en muchos de los casos, conduce — a quienes lo sufren — a la depresión e incluso algo peor. Entonces, como padres, hermanos, amigos y personas que repudiamos este accionar, debemos trabajar para disminuir el mal, demostrar con ejemplo cómo es una convivencia sana con el entorno; dejar de normalizar la violencia; enseñar a que antes de grabar un hecho de este tipo — sólo para tener “likes”— debemos intervenir y hacer entender que la violencia es reflejo de debilidad de quien la ejerce.

Fonte: Disponível em: www.lostiempos.com. Acesso em: 1 dez. 2018.

Nesse texto, que trata sobre o problema do bullying nas escolas, ao usar a expressão “me dio luces”, o autor refere-se ao momento em que

  1. compreendeu a importância de se olhar o contexto familiar do agressor.

  2. entendeu a relevância de se oferecer às vítimas tratamento para depressão.

  3. constatou a urgência de se repudiar o comportamento abusivo entre crianças.

  4. reconheceu o valor de se consultar a opinião de especialistas sobre o assunto.

  5. identificou a necessidade de se coibir a divulgação de vídeos de agressão na internet.

Mais

El País — En primera persona

“A mí también me acosaron”: historias de superación de bullying

Yaiza, 14 años, acosada a los 7

“Lo mío comenzó en primaria, cuando tenía 7 años y cambié de colegio. Yo me comportaba normal, como lo había hecho siempre, pero un grupo de compañeras me tomó manía. Daba igual el lugar, ya fuese en el aula, en el patio o en los vestuarios del colegio, porque en todos ellos me arrinconaban y me insultaban: que si olía mal, que si era fea, que si no sabía vestir...”

Fonte: Disponível em: https://verne.elpais.com. Acesso em: 8 maio 2024.

Esse texto, publicado no jornal El País, constitui-se como um(a)

  1. editorial.

  2. microconto.

  3. depoimento.

  4. comunicado.

  5. minibiografia.

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Descrição da imagem (gerado por IA)

Cartaz em preto e branco, com fundo escuro, sobre sinais de derrame. As iniciais F, A, S e T aparecem em letras grandes na vertical, cada uma associada a uma imagem e a um texto em inglês, formando a sigla 'FAST'. Para a letra F: fotografia do rosto de uma mulher e o texto 'FACE — HAS THEIR FACE FALLEN ON ONE SIDE? CAN THEY SMILE?'. Para a letra A: fotografia de braços estendidos e o texto 'ARMS — CAN THEY RAISE BOTH ARMS AND KEEP THEM THERE?'. Para a letra S: fotografia de uma boca de perto e o texto 'SPEECH — IS THEIR SPEECH SLURRED?'. Para a letra T: fotografia de uma mão segurando um telefone celular e o texto 'TIME TO CALL 999 — IF YOU SEE ANY SINGLE ONE OF THESE SIGNS'. Na base, a frase 'WHEN STROKE STRIKES, ACT F.A.S.T.'.

Textos contidos na imagem (gerado por IA)

FACE
HAS THEIR FACE FALLEN ON ONE SIDE?
CAN THEY SMILE?
ARMS
CAN THEY RAISE BOTH ARMS AND KEEP THEM THERE?
SPEECH
IS THEIR SPEECH SLURRED?
TIME TO CALL 999
IF YOU SEE ANY SINGLE ONE OF THESE SIGNS
WHEN STROKE STRIKES, ACT F.A.S.T.

Fonte: Disponível em: http://wellcometrust.wordpress.com. Acesso em: 18 jan. 2013 (adaptado).

Nesse cartaz, a articulação entre os recursos verbais e os não verbais cumpre o objetivo de

  1. denunciar situações de agressão física.

  2. listar procedimentos de primeiros socorros.

  3. solicitar suporte para questões emocionais.

  4. ajudar no atendimento a vítimas de acidentes de trânsito.

  5. orientar para a identificação de uma intercorrência médica.

Mais

Remember the sky that you were born under,
know each of the star's stories.
Remember the moon, know who she is.
Remember the sun's birth at dawn. [...]

Remember your birth, how your mother struggled
to give you form and breath. [...]

Remember the earth whose skin you are:
red earth, black earth, yellow earth, white earth
brown earth, we are earth.
Remember the plants, trees, animal life who all have their
tribes, their families, their histories, too. [...]

Remember you are all people and all people are you.
Remember you are this universe and this universe is you.

Remember all is in motion, is growing, is you.

Fonte: HARJO, J. She Had Some Horses. Londres: W. Norton & Company, 1983 (fragmento).

Nesse poema, de uma autora de ascendência indígena, o eu lírico ressalta a

  1. potência dos astros celestes.

  2. origem das plantas e dos animais.

  3. importância do apego à terra natal.

  4. relação entre seres humanos e natureza.

  5. conexão entre o tempo real e o tempo imaginário.

Mais

Cuando yo era chiquito
todo quedaba cerca, cerquita.
Para llegar al cielo
no más bastaba una subidita.
El sueño me alcanzaba
para ir tan lejos como quería.
Cuando yo era chiquito
yo sí podía, yo sí podía.
Libertad, libertad,
libertad para mi niño.
[...]
Cuando yo era vejigo
me iba pa'l río porque era hermoso,
aunque estaba prohibido
por peligroso, por peligroso.
Como jagüey y ceiba,
como la palma y la yagruma,
cuando yo era vejigo
yo era del monte y soñaba espuma.
Libertad, libertad,
libertad para mi niño.

Fonte: RODRÍGUEZ, S. Cuando yo era un enano. In: Oh Melancolía. Havana: Empresa de Grabaciones y Ediciones Musicales, 1988 (fragmento).

O recurso que caracteriza essa letra de canção como um relato das memórias do eu poético é o uso de

  1. palavras no grau diminutivo.

  2. adjetivos na descrição da paisagem.

  3. vocábulos relacionados à fauna cubana.

  4. verbos no pretérito imperfeito do indicativo.

  5. marcas linguísticas de uma variedade caribenha.

Mais

Descrição da imagem (gerado por IA)

Cartum em preto e branco. Na parede, em letras grandes, está escrito 'WELCOME TO KINDERGARTEN!'. Diante dela há duas personagens de traços caricaturais: à esquerda, uma criança pequena, de cabelo enrolado e camiseta clara, com expressão surpresa; à direita, uma mulher alta, de óculos, cabelo espetado, blusa clara e saia escura, curvada na direção da criança e segurando papéis. Abaixo da cena, a legenda em inglês: 'You're telling me it will take 13 years to install my education! What kind of outdated software is this school using?'. No canto inferior direito há a assinatura 'GLASBERGEN'.

Textos contidos na imagem (gerado por IA)

WELCOME TO KINDERGARTEN!
You're telling me it will take 13 years to install my education! What kind of outdated software is this school using?
GLASBERGEN

“You’re telling me it will take 13 years to install my education! What kind of outdated software is this school using?”

Fonte: GLASBERGEN. Disponível em: www.glasbergen.com. Acesso em: 2 out. 2015 (adaptado).

Esse cartum, que ilustra uma situação escolar, busca

  1. revelar a imaturidade emocional dos estudantes.

  2. criticar o imediatismo da sociedade contemporânea.

  3. apontar a hierarquização das relações educacionais.

  4. denunciar o sucateamento dos recursos tecnológicos.

  5. evidenciar a desatualização dos métodos pedagógicos.

Mais

Descrição da imagem (gerado por IA)

Infográfico em espanhol, com fundo bege, intitulado "LITERATURA UNIVERSAL en lenguas indígenas". No alto à direita, um texto explica que a tradução de obras literárias para línguas originárias é fundamental para dar acesso à informação às comunidades onde essas línguas são faladas e convida a conhecer títulos já traduzidos no México. O restante da imagem lista seis obras, cada uma com a capa do livro, título, autor e as línguas indígenas de tradução: "El patito feo", de Hans Christian Andersen (purépecha, tzeltal, bachajón); "Poesías para niños", de William Blake (mazahua); "El Llano en Llamas", de Juan Rulfo (otomí, náhuatl, maya, tarasco, tarahumara, chontal, tlapaneco, mixteco), com nota de que o texto não foi traduzido integralmente; "El Principito", de Antoine de Saint-Exupéry (otomí del Valle del Mezquital, Hidalgo; náhuatl de la Huasteca; maya); "Sor Juana Inés de la Cruz para niños", de Sor Juana Inés de la Cruz (otomí); e "Don Quijote de la Mancha", de Miguel de Cervantes Saavedra (otomí).

Textos contidos na imagem (gerado por IA)

LITERATURA UNIVERSAL
en lenguas indígenas
La traducción de obras literarias a lenguas originarias es fundamental para dar acceso a la información a comunidades donde esas lenguas son habladas. Conoce algunos de los títulos que ya han sido traducidos a lenguas originarias en México.
El patito feo
Hans Christian Andersen
Traducciones:
Purépecha
Tzeltal, Bachajón
Poesías para niños
William Blake
Traducción:
Mazahua
El Llano en Llamas*
Juan Rulfo
Otomí
Náhuatl
Maya
Tarasco
Tarahumara
Chontal
Tlapaneco
Mixteco
*El texto no es traducido en su totalidad, solo algunos cuentos
El Principito
Antoine de Saint-Exupéry
Otomí del Valle del Mezquital, Hidalgo
Náhuatl de la Huasteca
Sor Juana Inés de la Cruz para niños
Sor Juana Inés de la Cruz
Don Quijote de la Mancha
Miguel de Cervantes Saavedra
Fuentes: SEP Coordinación General de Educación Intercultural y Bilingüe; unesco.org; unam.mx.

LITERATURA UNIVERSAL en lenguas indígenas

La traducción de obras literarias a lenguas originarias es fundamental para dar acceso a la información a comunidades donde esas lenguas son habladas. Conoce algunos de los títulos que ya han sido traducidos a lenguas originarias en México.

• El patito feo (Hans Christian Andersen)
Traducciones: Purépecha, Tzeltal, Bachajón

• Poesías para niños (William Blake)
Traducción: Mazahua

• El Llano en llamas* (Juan Rulfo)
Traducciones: Otomí, Náhuatl, Maya, Tarasco, Tarahumara, Chontal, Tlapaneco, Mixteco
*El texto no es traducido en su totalidad, solo algunos cuentos

• El Principito (Antoine de Saint-Exupéry)
Traducciones: Otomí del Valle del Mezquital, Hidalgo; Náhuatl de la Huasteca; Maya

• Sor Juana Inés de la Cruz para niños (Sor Juana Inés de la Cruz)
Traducción: Otomí

• Don Quijote de la Mancha (Miguel de Cervantes Saavedra)
Traducción: Otomí

Fuentes: SEP Coordinación General de Educación Intercultural y Bilingüe; unesco.org; unam.mx.

Fonte: HUERTA, H. Disponível em: https://mx.pinterest.com. Acesso em: 14 jan. 2025 (adaptado).

Considerando a diversidade linguístico-cultural característica do México, a função social desse cartaz é

  1. indicar obras clássicas para o público infantojuvenil mexicano.

  2. divulgar a literatura indígena representativa da cultura do país aos estudantes.

  3. enumerar a variedade de línguas indígenas utilizadas nas traduções dos clássicos.

  4. demonstrar o alinhamento do mercado editorial a políticas públicas de incentivo à leitura.

  5. favorecer a democratização de clássicos por meio da tradução para línguas originárias.

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El otro día, la gran Berna González Harbour me hizo una entrevista en este periódico. Me preguntó si no añoraba trabajar más como reportera, y yo contesté con una frase que terminó siendo el titular de la nota: “¿Más periodismo? Me queda poco tiempo de vida y quiero hacer lo que me caliente más el corazón”. Cuando se publicó el texto anduve muy liada y no pude leerlo hasta bien entrado el día, pero desde muy temprano supe que estaba sucediendo algo raro, porque empecé a recibir wasaps de amigos y correos de lectores, todos ellos amorosamente preocupados por mi salud y temerosos de que estuviera a punto de estirar la pata o, en su defecto, de que me hubiera sumido en una depresión monumental. Para más coincidencia, esa semana había publicado un artículo en el que hablaba de la muerte y, aunque se trataba de un texto humorístico y risueño (menos mal), pudo contribuir a que algunas personas se imaginaran lo peor. La verdad es que su inquietud era muy tierna y conmovedora; me sentí abrazada por sus desvelos y los agradezco de corazón.

Fonte: MONTERO, R. Disponível em: https://elpais.com. Acesso em: 5 maio 2024.

Em entrevista ao El País, a escritora Rosa Montero utiliza a expressão “estirar la pata” para fazer referência

  1. a um cenário afetivo.

  2. a uma situação de morte.

  3. a um estado de depressão.

  4. ao crescimento profissional.

  5. à rejeição ao trabalho jornalístico.

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Descrição da imagem (gerado por IA)

Tira em preto e branco, em inglês, com quatro quadros dispostos em duas linhas, mostrando um menino e uma mulher à mesa durante uma refeição. No primeiro quadro, a mulher diz 'TAKE YOUR HAT OFF AT THE DINNER TABLE, CALVIN.' e o menino, de chapéu, pensa 'HERE COMES THE HURRICANE.'. No segundo, a mulher grita 'YOU CUT YOUR HAIR!!' e o menino responde 'NO, I DIDN'T. HOBBES DID.'. No terceiro, a mulher pergunta 'WHY ON EARTH DID YOU CUT YOUR OWN HAIR?! LOOK AT YOU!' e o menino retruca 'I SAID HOBBES CUT IT! YOU THINK I'D DO THIS??'. No quarto, a mulher, apoiada no braço, olha para o lado, e o menino, de cabelo cortado de forma irregular, diz '...WELL, I DIDN'T!'.

Textos contidos na imagem (gerado por IA)

TAKE YOUR HAT OFF AT THE DINNER TABLE, CALVIN.
HERE COMES THE HURRICANE.
YOU CUT YOUR HAIR!!
NO, I DIDN'T. HOBBES DID.
WHY ON EARTH DID YOU CUT YOUR OWN HAIR?! LOOK AT YOU!
I SAID HOBBES CUT IT! YOU THINK I'D DO THIS??
...WELL, I DIDN'T!

Fonte: WATTERSON, B. Disponível em: www.gocomics.com. Acesso em: 14 maio 2024 (adaptado).

Nesses quadrinhos, Calvin menciona o fenômeno da natureza “hurricane” para se referir ao comportamento da mãe em reação a seu(sua)

  1. corte de cabelo.

  2. postura agressiva.

  3. atraso para o jantar.

  4. uso do chapéu à mesa.

  5. reclamação sobre a comida.

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It is true that all children are special, simply because they are children. But most adults are not special, and children end up as adults pretty quickly. Life then can be difficult and even disappointing. The shock of this may account for the emergence of the “snowflake generation” of university students, who are so delicate they can’t handle controversial ideas being put forward in their lectures. The roots of this fragility run deep in modern culture. So, an approach of the world that states: “Life is wonderful, you’re special and, if you are a good boy/girl, life will be amazing forever” is not a message designed to aid bouncing back from failure or confronting catastrophe. Resilience is not about feeding ego — telling your children how wonderful they are — but strengthening it.

Fonte: LOTT, T. Disponível em: www.theguardian.com. Acesso em: 10 dez. 2017 (adaptado).

Nesse texto, a expressão “snowflake generation” é usada para

  1. abordar obstáculos impostos a universitários.

  2. destacar mensagens de incentivo a estudantes.

  3. estimular ações proativas em situações de emergência.

  4. retratar relações conflituosas em ambiente universitário.

  5. apontar posturas de uma juventude avessa a contrariedades.

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Texto I · texto
Convenção n. 141 da OIT, de 1975
Artigo 2º: Para os fins da presente convenção, o termo 'trabalhadores rurais' significa todas as pessoas que se dedicam, nas regiões rurais, a tarefas agrícolas ou a ocupações conexas, quer se trate de trabalhadores assalariados, quer de pessoas que trabalham por conta própria, tais como meeiros, parceiros ou pequenos proprietários.
Fonte: Disponível em: www.oit.org. Acesso em: 10 jun. 2025 (adaptado).
Texto II · texto
As profissões ligadas ao campo e ao agronegócio estão cada vez mais valorizadas e atraem até os jovens urbanos.
Fonte: Disponível em: https://croplifebrasil.org. Acesso em: 10 jun. 2025 (adaptado).
Texto III · texto
A Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) declarou os anos de 2019 a 2028 a Década da Agricultura Familiar, considerando seu papel também na preservação cultural e ambiental e suas diferentes formas de viver e produzir. São agricultores familiares os assentados, reassentados, pescadores artesanais, quilombolas, indígenas, silvicultores, aquicultores e extrativistas que, de sol a sol, dedicam-se a promover a agricultura, a pecuária e as atividades não agrícolas.
Fonte: Disponível em: ww2.contag.org.br. Acesso em: 6 jun. 2024 (adaptado).
Texto IV · texto
Os trabalhadores rurais estão expostos a riscos químicos (inseticidas, herbicidas, maturadores), físicos (calor, frio, umidade, radiação solar), mecânicos (atrito, pressão, vibração, fricção, EPIs inadequados), biológicos (bactérias, fungos, vírus, animais peçonhentos) e organizacionais (turno, jornada excessiva, pagamento por produção, falta de vínculo empregatício). Os riscos também podem ser classificados como operacionais e acidentários.
Fonte: Disponível em: www.gov.br/fundacentro. Acesso em: 10 jun. 2025 (adaptado).
Texto V · poema
Este livro é uma homenagem aos trabalhadores,
um adeus ao mundo do trabalho manual,
que está lentamente desaparecendo. E também
um tributo aos homens e às mulheres que continuam
a trabalhar como trabalharam durante séculos.
Fonte: SALGADO, Sebastião. Trabalhadores. São Paulo: Cia. das Letras, 1996.

Perspectivas acerca do envelhecimento na sociedade brasileira

Textos Motivadores (6 textos)
Texto I · texto
Em 2022, o total de pessoas com 65 anos de idade ou mais no país chegou a 10,9% da população, com alta de 57,4% frente a 2010, quando esse contingente era 7,4% da população. É o que revelam os resultados do universo da população do Brasil desagregada por idade e sexo do Censo Demográfico 2022. “O Estatuto do Idoso define como idoso a pessoa de 60 anos ou mais. O corte de 65 anos ou mais foi utilizado nessa análise para manter comparabilidade internacional e com outras pesquisas que utilizam essa faixa etária, como de mercado de trabalho”, justifica a gerente de Estudos e Análises da Dinâmica Demográfica do IBGE. O aumento da população de 65 anos ou mais e a diminuição da parcela da população de até 14 anos no mesmo período, que passou de 24,1% para 19,8%, evidenciam o franco envelhecimento da população brasileira.
Fonte: GOMES, I.; BRITTO, V. Censo 2022. Disponível em: https://agenciadenoticias.ibge.gov.br. Acesso em: 21 maio 2025 (adaptado).
Texto II · texto
Duas placas azuis com símbolos brancos: uma pessoa idosa com bengala e uma pessoa de pé com "60+".
Descrição da imagem (gerado por IA)

Sinalizações em duas placas azuis retangulares, separadas por uma linha vertical branca, com pictogramas brancos. Na placa da esquerda, a silhueta de uma pessoa idosa curvada, apoiada em uma bengala. Na placa da direita, a silhueta de uma pessoa de pé e ereta, com o texto "60+" ao lado da cabeça.

Textos contidos na imagem (gerado por IA)

60+

Fonte: Disponível em: www12.senado.leg.br. Acesso em: 21 maio 2025.
Texto III · texto
A velhice é tempo de se retratar consigo mesma, de falar da doença, da sexualidade, do tédio e da liberdade de não se encaixar mais nas expectativas sociais. “A velhice não é doença. É destino”, escreve Rita Lee. Mas ela mesma mostra que esse destino não é sinônimo de mero encaminhamento para o fim — é campo de novas escolhas, inclusive a de desafiar estereótipos reservados para essa fase da vida.
A atriz Fernanda Montenegro, 95 anos, oferece em suas memórias uma síntese luminosa desse gesto de habitar o tempo com dignidade: “A velhice é o tempo em que a vida já foi vivida e, por isso mesmo, pode finalmente ser olhada de frente, sem o pânico do ineditismo”.
Fonte: Disponível em: https://rascunho.com.br. Acesso em: 17 maio 2025.
Texto IV · infografico
Gráfico de rosca sobre pessoas de 65 a 74 anos: 38% são a principal renda, 34% contribuem com gastos e 28% sustentam a casa sozinhos.
Descrição da imagem (gerado por IA)

Infográfico em forma de anel (gráfico de rosca) dividido em três segmentos coloridos, com o texto '65 A 74 ANOS' escrito em letras escuras no centro. Setas indicam cada segmento e seu respectivo texto: o segmento azul-claro, à direita, corresponde a '38% são a principal renda, mas contam com outras rendas'; o segmento escuro, à esquerda superior, a '34% contribuem para os gastos, mas não são os mantenedores principais'; e o segmento roxo, à esquerda inferior, a '28% sustentam a casa sozinhos'.

Textos contidos na imagem (gerado por IA)

65 A 74 ANOS

34%

contribuem para os gastos, mas não são os mantenedores principais

38%

são a principal renda, mas contam com outras rendas

28%

sustentam a casa sozinhos

Fonte: Disponível em: g1.globo.com. Acesso em: 4 jun. 2025 (adaptado).
Texto V · texto
Dona Maria Rita era tão antiga que na casa da filha estavam habituados a ela como a um móvel velho. Ela não era novidade para ninguém. Mas nunca lhe passara pela cabeça que era uma solitária. Só que não tinha nada para fazer. Era um lazer forçado que em certos momentos se tornava lancinante: nada tinha a fazer no mundo. Senão viver como um gato, como um cachorro. Seu ideal era ser dama de companhia de alguma senhora, mas isso nem se usava mais e mesmo ninguém acreditaria nos seus fortes setenta e sete anos, pensariam que era uma fraca. Não fazia nada, fazia só isso: ser velha. Às vezes ficava deprimida: achava que não servia a nada, não servia sequer a Deus.
Fonte: LISPECTOR, C. Onde estivestes de noite. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1974.
Texto VI · texto
Quem tem direito de viver mais?
O documentário Quantos dias. Quantas noites busca investigar quem, afinal, tem direito a uma vida longa no Brasil. “São inúmeros os marcadores que definem quem vai viver e quem vai sucumbir diante de uma realidade imposta por um sistema bastante perverso”, afirma o diretor do documentário.
“O envelhecimento leva a maioria das pessoas a um declínio funcional. Mas, se você chega aos 75 tendo acumulado desigualdades, principalmente pelo racismo, é muito difícil sobreviver com qualidade de vida”, diz um médico gerontólogo.
Fonte: Disponível em: g1.globo.com. Acesso em: 10 jun. 2025 (adaptado).

Desafios para a valorização da arte de periferia no cenário cultural brasileiro

Textos Motivadores (4 textos)
Texto I · texto
A expressão “cultura de periferia” passou a ser utilizada muito recentemente, seja nos movimentos sociais, seja nas pesquisas acadêmicas.
Ao ler o Manifesto da Antropofagia Periférica, texto inspirado no Manifesto Antropofágico do Modernismo brasileiro, e ao observar a forma como os diferentes coletivos utilizam a palavra “periferia”, é perceptível que ela assume um sentido para além daquele que a designa como uma relação de distância geográfica a partir de algum centro. “Periferia” assume um conjunto de representações simbólicas relacionadas à classe, etnia, lugar de moradia e condição do jovem na metrópole.
Fonte: ALMEIDA, R. S. Cultura de periferia na periferia. Disponível em: https://diplomatique.org.br. Acesso em: 24 jun. 2024 (adaptado).
Texto II · poema
Manifesto da Antropofagia Periférica
A Periferia nos une pelo amor,
pela dor e pela cor.
Dos becos e vielas há de vir a
voz que grita contra o silêncio que
nos pune. Eis que surge das ladeiras
um povo lindo e inteligente galopando
contra o passado. A favor de um futuro
limpo, para todos os brasileiros.
A favor de um subúrbio que clama
por arte e cultura, e universidade para
A diversidade. Agogôs e tamborins
acompanhados de violinos, só depois
da aula.
Contra a arte patrocinada pelos
que corrompem a liberdade de opção. Contra a arte
fabricada para destruir o senso crítico, a emoção e a
sensibilidade que nasce da múltipla escola.
A Arte que liberta não pode vir da mão que escraviza.
A favor do batique do cozinha que nasce na cozinha e
sinhá não quer. Da poesia periférica que brota na porta do bar.
Do teatro que não vem do “ter ou não ter...”. Do cinema
real que transmite ilusão.
Das Artes Plásticas, que de concreto, quer substituir
os barracos de madeiras.
Da Dança que desafoga no lago dos cisnes.
Da Música que não embala os adormecidos.
Da Literatura das ruas despertando nas calçadas.
A Periferia unida, no centro de todas as coisas.
Fonte: VAZ, S. Disponível em: www.novacultura.info. Acesso em: 24 maio 2024.
Texto III · infografico
Grafite em muro com figura feminina rosa coberta de folhas e rosto feminino de cabelos azuis, cercados por símbolos femininos.
Descrição da imagem (gerado por IA)

Mural pintado em um muro externo, com uma cerca de tela e o céu visíveis acima. Sobre fundo de manchas verdes, rosas e brancas, aparecem duas figuras grafitadas: à esquerda, um corpo feminino nu em rosa-choque, coberto por folhagens verdes entrelaçadas e com uma coroa de folhas, em pé, com o braço estendido oferecendo uma flor escura de pétalas grandes; à direita, um rosto feminino de perfil, voltado para a esquerda, com longos cabelos ondulados em azul-esverdeado, braço estendido com a palma da mão aberta para cima em direção à flor. Entre as figuras há vários símbolos femininos (círculos com cruz inferior) em vermelho e verde, um símbolo de átomo em azul e pequenos pontos coloridos.

Textos contidos na imagem (gerado por IA)

Nenhum texto foi identificado nesta imagem.

Fonte: Disponível em: https://expresso.estadao.com.br. Acesso em: 24 maio 2024 (adaptado).
Texto IV · texto
Cartaz com os dizeres 'Semana de Arte Moderna da Periferia' e a silhueta de uma árvore com gotas vermelhas.
Descrição da imagem (gerado por IA)

Cartaz de fundo branco com texto em letras pretas irregulares, de estilo manuscrito: 'SEMANA DE ARTE MODERNA DA PERIFERIA', com algumas letras em vermelho (o S de 'SEMANA' e o A final de 'MODERNA'). No centro, a silhueta preta de uma árvore de copa larga e raízes visíveis, com pequenas marcas vermelhas em forma de gotas ou pétalas espalhadas pela copa e caindo ao chão. Abaixo da árvore, em letras pretas, lê-se 'ANTROPOFAGIA PERIFÉRICA' e, em tamanho menor, 'S.PAULO 2007'.

Textos contidos na imagem (gerado por IA)

SEMANA DE ARTE MODERNA DA PERIFERIA

ANTROPOFAGIA PERIFÉRICA

S.PAULO 2007

Fonte: Disponível em: www.g1.globo.com. Acesso em: 25 jun. 2024 (adaptado).

Desafios para a valorização da herança africana no Brasil

Textos Motivadores (6 textos)
Texto I · texto
Herança – o legado de crenças, conhecimentos, técnicas, costumes, tradições, transmitido por um grupo social de geração para geração; cultura.
Fonte: HOUAISS, A.; VILLAR, M. S. Dicionário Houaiss da língua portuguesa. Rio de Janeiro: Objetiva, 2009 (adaptado).
Texto II · texto
As culturas africanas e afro-brasileiras foram relegadas ao campo do folclore com o propósito de confiná-las ao gueto fossilizado da memória. Folclorizar, nesse caso, é reduzir uma cultura a um conjunto de representações estereotipadas, via de regra, alheias ao contexto que produziu essa cultura.
Fonte: OLIVEIRA, E. D. A epistemologia da ancestralidade. Entrelugares: revista de sociopoética e abordagens afins, 2009.
Texto III · arte
Página de livro com o título 'Capítulo Oito', o provérbio africano sobre olhar para trás e a foto de uma escultura de figura curvada arrastando um bloco amarrado.
Descrição da imagem (gerado por IA)

Página dupla de livro, com fundo bege. No alto à direita, em letras douradas, está escrito 'CAPÍTULO OITO'. Abaixo, em letras pretas, o texto: 'QUANDO NÃO SOUBERES PARA ONDE IR, OLHA PARA TRÁS E SAIBA PELO MENOS DE ONDE VENS.' e, em seguida, 'Provérbio africano'. À esquerda, uma fotografia mostra uma escultura escura de uma figura humana curvada para a frente, sob o peso de cordas que arrastam um bloco escuro amarrado; sobre esse bloco há objetos presos nos laços, aparentemente ferramentas. A cena aparece sobre um fundo claro e neutro.

Textos contidos na imagem (gerado por IA)

CAPÍTULO OITO

QUANDO NÃO SOUBERES PARA ONDE IR, OLHA PARA TRÁS E SAIBA PELO MENOS DE ONDE VENS.

Provérbio africano

Fonte: PAULINO, R. Ainda a lamentar. In: GONÇALVES, A. M. Um defeito de cor: romance. Rio de Janeiro: Record, 2024 (adaptado).
Texto IV · texto
História afro-brasileira nas escolas: professoras comentam avanços e dificuldades
As aulas sobre escravidão eram motivo de vergonha para uma professora quando ela estudava em uma escola municipal na zona sul de São Paulo. “Era o meu pior momento na escola”, lembra ex-aluna. Naquela época, a história da população negra no Brasil era reduzida ao horror do período escravocrata. Não se falava na escola sobre temas como a história e a cultura afro-brasileira, muito menos sobre as grandes personalidades negras do país, como Luiz Gama e Carolina Maria de Jesus.
A pedagoga, que é negra, tem orgulho de oferecer uma experiência diferente da que viveu em sala de aula para seus alunos. Agora os livros infantis levados para as turmas têm protagonistas pretos. Temas como a beleza do cabelo crespo e o combate ao racismo fazem parte do dia a dia da escola.
Fonte: Disponível em: https://jornal.usp.br. Acesso em: 3 jun. 2024 (adaptado).
Texto V · poema
Histórias para ninar gente grande
G.R.E.S. Estação Primeira de Mangueira
(samba-enredo de 2019)
Brasil, meu nego
Deixa eu te contar
A história que a história não conta
O avesso do mesmo lugar
Na luta é que a gente se encontra
Brasil, meu dengo
A Mangueira chegou
Com versos que o livro apagou
Desde 1500 tem mais invasão do que descobrimento
Tem sangue retinto pisado
Atrás do herói emoldurado
Mulheres, tamoios, mulatos
Eu quero um país que não está no retrato
Brasil, o teu nome é Dandara
E a tua cara é de cariri
Não veio do céu
Nem das mãos de Isabel
A liberdade é um dragão no mar de Aracati
Salve os caboclos de julho
Quem foi de aço nos anos de chumbo
Brasil, chegou a vez
De ouvir as Marias, Mahins, Marielles, malês
Fonte: Disponível em: www.mangueira.com.br. Acesso em: 30 maio 2024 (fragmento).
Texto VI · infografico
Fotografia de estudantes de uniforme, vistos de costas, sentados diante de um mural grafitado com o retrato de um homem negro.
Descrição da imagem (gerado por IA)

Fotografia colorida, ao ar livre. Em primeiro plano, um grupo de jovens sentados em um banco ou degrau, vistos de costas, usando camisetas brancas com faixas azuis e listras (uniformes escolares) e mochilas — uma escura, uma rosa com detalhes escuros e uma vermelha. Eles olham para um muro à frente, coberto por grafites coloridos em amarelo, azul e verde, onde se destaca o grande retrato pintado de um homem negro. À esquerda, há degraus de concreto, uma janela com grade e uma pessoa em pé com mochila; à direita, mais grafites.

Textos contidos na imagem (gerado por IA)

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Fonte: Foto: Brenno Carvalho / O Globo. Disponível em: www.oglobo.com. Acesso em: 29 maio 2024 (adaptado).

Desafios para a (re)inserção socioeconômica da população em situação de rua no Brasil

Textos Motivadores (5 textos)
Texto I · texto
O Decreto n. 7 053, de 23 de dezembro de 2009, institui a Política Nacional para a População em Situação de Rua e seu Comitê Intersetorial de Acompanhamento e Monitoramento, e dá outras providências.
Parágrafo único. Para fins deste Decreto, considera-se população em situação de rua o grupo populacional heterogêneo que possui em comum pobreza extrema, os vínculos familiares interrompidos ou fragilizados e a inexistência de moradia convencional regular, e que utiliza os logradouros públicos e as áreas degradadas como espaço de moradia e de sustento, de forma temporária ou permanente, bem como as unidades de acolhimento para pernoite temporário ou como moradia provisória.
Fonte: Disponível em: https://www.planalto.gov.br. Acesso em: 30 de maio 2023 (adaptado).
Texto II · charge
Fotografia noturna de uma pessoa enrolada em um cobertor, dormindo no chão ao lado de um banco de praça.
Descrição da imagem (gerado por IA)

Fotografia de ambiente urbano ao anoitecer, escura e com aspecto noturno. Em primeiro plano, uma pessoa está deitada no chão de piso tátil, ao lado de um banco de praça de madeira e metal, enrolada em um cobertor cinza-claro; apenas a cabeça de cabelos claros e parte do braço aparecem fora do cobertor. Sobre o assento do banco há sacolas e volumes escuros. Ao fundo, uma rua pavimentada e a calçada.

Textos contidos na imagem (gerado por IA)

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Fonte: Disponível em: https://archtrends.com/arquitetura-hostil/. Acesso em: 19 de jul. 2023.
Texto III · texto
A palavra aporofobia, que significa aversão, medo e desprezo aos pobres e desfavorecidos financeiramente, tem ganhado holofotes com as denúncias feitas pelo padre Júlio Lancellotti, da Pastoral do Povo de Rua. Entre as fotos postadas em suas redes sociais, ele mostra elementos da chamada “arquitetura antipobres”, que impedem, nos espaços públicos, a estadia, o descanso ou a passagem de pessoas em situação de rua. “Grades, dutos de água, pedras pontiagudas. Há os que querem disfarçar com vasos e com paisagismo”, diz ele.
Fonte: Disponível em: https://www.uol.com.br. Acesso em: 24 maio 2023 (adaptado).
Texto IV · texto
A perda de uma renda fixa fez Cris ir para a rua. Ela e o marido recebiam, até o início da pandemia de covid-19, pouco mais de um salário mínimo cada. Os dois perderam o emprego na mesma época e viram as economias derreterem. “A gente tinha economizado um dinheiro, mas zerou. A gente gostava de passear. Mas, com a pandemia, acabaram nossas economias. Até ele me falou: ‘Vamos fazer o quê?’. Eu respondi: ‘Vamos pra rua’”, conta.
A falta de renda é a principal causa que leva uma pessoa a viver em situação de rua, afirma um pesquisador do Instituto de Pesquisa Aplicada (Ipea). “O fator econômico inclui falta de renda e de oportunidade de trabalho nos locais de moradia. Isso se manifesta também no caso de pessoas que até têm uma habitação longe dos grandes centros, mas passam a semana ou vários dias dormindo de forma improvizada nas ruas e trabalhando como lavador de carro, ambulante e outras coisas”, diz.
Fonte: Disponível em: https://g1.globo.com. Acesso em: 23 jun. 2023 (adaptado).
Texto V · infografico
Gráfico de linhas do crescimento da população em situação de rua no Brasil de 2012 a 2022, de 90 480 para 281 472 pessoas.
Descrição da imagem (gerado por IA)

Gráfico de linhas com o título 'População em situação de rua no Brasil' e o subtítulo 'Números estimados ao longo dos últimos dez anos'. O eixo vertical vai de 100 000 a 300 000, em intervalos de 20 000, e o eixo horizontal traz os anos de 2012 a 2022. A linha azul, com marcadores circulares, sobe de forma contínua e tem os seguintes valores anotados acima dos pontos: 2012 – 90 480; 2013 – 96 246; 2014 – 106 650; 2015 – 123 104; 2016 – 138 785; 2017 – 160 614; 2018 – 184 749; 2019 – 204 660; 2020 – 214 451; 2021 – 232 147; 2022 – 281 472. Abaixo do gráfico constam a fonte e o crédito de acesso.

Textos contidos na imagem (gerado por IA)

População em situação de rua no Brasil

Números estimados ao longo dos últimos dez anos

300 000

280 000

260 000

240 000

220 000

200 000

180 000

160 000

140 000

120 000

100 000

2012

2013

2014

2015

2016

2017

2018

2019

2020

2021

2022

90 480

96 246

106 650

123 104

138 785

160 614

184 749

204 660

214 451

232 147

281 472

Fonte: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)

Disponível em: https://g1.globo.com. Acesso em: 30 jun. 2023 (adaptado).

Fonte: Fonte: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Disponível em: https://g1.globo.com. Acesso em: 30 jun. 2023 (adaptado).

Desafios para o enfrentamento da invisibilidade do trabalho de cuidado realizado pela mulher no Brasil

Textos Motivadores (4 textos)
Texto I · texto
O trabalho de cuidado não remunerado e mal pago e a crise global da desigualdade
O trabalho de cuidado é essencial para nossas sociedades e para a economia. Ele inclui o trabalho de cuidar de crianças, idosos e pessoas com doenças e deficiências físicas e mentais, bem como o trabalho doméstico diário que inclui cozinhar, limpar, lavar, consertar coisas e buscar água e lenha. Se ninguém investisse tempo, esforços e recursos nessas tarefas diárias essenciais, comunidades, locais de trabalho e economias inteiras ficariam estagnados. Em todo o mundo, o trabalho de cuidado não remunerado e mal pago é desproporcionalmente assumido por mulheres e meninas em situação de pobreza, especialmente por aquelas que pertencem a grupos que, além da discriminação de gênero, sofrem preconceito em decorrência de sua raça, etnia, nacionalidade e sexualidade. As mulheres são responsáveis por mais de três quartos do cuidado não remunerado e compõem dois terços da força de trabalho envolvida em atividades de cuidado remuneradas.
Fonte: Documento informativo – Tempo de Cuidar. Disponível em: https://www.oxfam.org.br. Acesso em: 18 de jul. de 2023 (adaptado).
Texto II · infografico
Tabela comparando a média semanal de horas dedicadas a afazeres domésticos e cuidados: homens 11,0 e mulheres 21,4, no Brasil em 2019.
Descrição da imagem (gerado por IA)

Tabela com o título 'Média de horas dedicadas pelas pessoas de 14 anos ou mais de idade aos afazeres domésticos e/ou às tarefas de cuidado de pessoas, por sexo'. Uma faixa cinza centralizada indica 'Brasil - 2019'. A tabela tem duas colunas, com cabeçalhos 'Sexo' e 'Horas Semanais', e duas linhas de dados: 'Homens' – '11,0' e 'Mulheres' – '21,4'. Abaixo da tabela constam a fonte e o crédito de acesso.

Textos contidos na imagem (gerado por IA)

Média de horas dedicadas pelas pessoas de 14 anos ou mais de idade aos afazeres domésticos e/ou às tarefas de cuidado de pessoas, por sexo

Brasil - 2019

Sexo

Horas Semanais

Homens

11,0

Mulheres

21,4

Fonte: IBGE - Pnad contínua anual

Disponível em: https://agenciadenoticias.ibge.gov.br. Acesso em: 18 de jul. 2023 (adaptado).

Fonte: Fonte: IBGE - Pnad contínua anual. Disponível em: https://agenciadenoticias.ibge.gov.br. Acesso em: 18 de jul. 2023 (adaptado).
Texto III · texto
A sociedade brasileira tem passado por inúmeras transformações sociais ao longo das últimas décadas. Entre elas, as percepções sociais a respeito dos valores e das convenções de gênero e a forma como mulheres têm se inserido na sociedade. Algumas permanências, porém, chamam a atenção, como a delegação quase que exclusiva às famílias – e, nestas, às mulheres – de atividades relacionadas à reprodução da vida e da sociedade, usualmente nominadas trabalho de cuidado.
Fonte: Disponível em: https://repositorio.ipea.gov.br. Acesso em: 24 maio 2023 (adaptado).
Texto IV · arte
Capa da revista Pesquisa FAPESP com o título 'Desafios do cuidado' e ilustração de uma criança, uma mulher e uma pessoa idosa caminhando de mãos dadas.
Descrição da imagem (gerado por IA)

Capa de revista com fundo vinho/arroxeado. No alto à esquerda, a palavra 'Pesquisa' em letras grandes e brancas, com 'FAPESP' ao lado e, abaixo, 'JANEIRO DE 2021 | ANO 22, N. 299'; no alto à direita, o endereço 'WWW.REVISTAPESQUISA.FAPESP.BR'. No centro-esquerda, o título 'DESAFIOS DO CUIDADO' em branco e, abaixo, o texto: 'Aumenta o número de pessoas que demandam serviços de assistência, obrigando os países a repensar seus sistemas de atenção; no Brasil, protagonismo continua familiar'. À direita, sobre uma forma oval verde-oliva, há uma ilustração de três pessoas vistas de costas, caminhando e de mãos dadas: uma criança negra de casaco verde à esquerda; uma mulher adulta negra, de blusa escura e calça rosa, no centro; e uma pessoa idosa de cabelos brancos, blusa rosa e saia azul, à direita, apoiada em uma bengala. Na lateral esquerda, escrito na vertical, 'PESQUISA FAPESP, JANEIRO DE 2021' e 'Ano 22 n. 299'. Na base, há um padrão gráfico formado por linhas brancas.

Textos contidos na imagem (gerado por IA)

WWW.REVISTAPESQUISA.FAPESP.BR

Pesquisa

FAPESP

JANEIRO DE 2021 | ANO 22, N. 299

PESQUISA FAPESP, JANEIRO DE 2021

DESAFIOS DO CUIDADO

Aumenta o número de pessoas que demandam serviços de assistência, obrigando os países a repensar seus sistemas de atenção; no Brasil, protagonismo continua familiar

Ano 22 n. 299

Fonte: Capa da revista Pesquisa. Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br. Acesso em: 23 maio 2023 (adaptado).

Desafios para a valorização de comunidades e povos tradicionais no Brasil

Textos Motivadores (3 textos)
Texto I · texto
Você sabe quais são as comunidades e os povos tradicionais brasileiros? Talvez indígenas e quilombolas sejam os primeiros que passam pela cabeça, mas, na verdade, além deles, existem 26 reconhecidos oficialmente e muitos outros que ainda não foram incluídos na legislação.
São pescadores artesanais, quebradeiras de coco babaçu, apanhadores de flores sempre-vivas, caatingueiros, extrativistas, para citar alguns, todos considerados culturalmente diferenciados, capazes de se reconhecerem entre si.
Para uma pesquisadora da UnB, essas populações consideram a terra como uma mãe, e há uma relação de reciprocidade com a natureza. Nessa troca, a natureza fornece “alimento, um lugar saudável para habitar, para ter água. E elas se responsabilizam por cuidar dela, por tirar dela apenas o suficiente para viver bem e respeitam o tempo de regeneração da própria natureza”, diz.
Fonte: Disponível em: https://g1.globo.com. Acesso em: 17 jun. 2022 (adaptado).
Texto II · infografico
Povos tradicionais do Brasil
Estados com a maior concentração de famílias
Indígena
AM 43.264
MS 21.507
RR 15.316
Pescador
PA 40.123
MA 33.085
BA 30.920
Quilombola
BA 43.009
MA 30.316
PA 15.282
Povos de terreiro
BA 1.883
PI 856
CE 603
Cigano
BA 1.538
GO 643
MG 556
Ribeirinho
PA 50.314
AM 16.507
BA 9.670
Extrativista
PA 11.826
AM 9.772
MA 7.190
Fonte: Ministério Público Federal.
Infográfico elaborado em: 25/10/2019.
Fonte: Disponível em: https://g1.globo.com. Acesso em: 17 jun. 2022 (adaptado).
Texto III · texto
Povos e comunidades tradicionais
O Ministério do Desenvolvimento Social (MDS) preside, desde 2007, a Comissão Nacional de Desenvolvimento Sustentável dos Povos e Comunidades Tradicionais (CNPCT), criada em 2006. Fruto dos trabalhos da CNPCT, foi instituída, por meio do Decreto nº 6.040, de 7 de fevereiro de 2017, a Política Nacional de Desenvolvimento Sustentável dos Povos e Comunidades Tradicionais (PNPCT). A PNPCT foi criada em um contexto de busca de reconhecimento e preservação de outras formas de organização social por parte do Estado.
Fonte: Disponível em: http://mds.gov.br. Acesso em: 17 jun. 2022 (adaptado).

Medidas para o enfrentamento da recorrência da insegurança alimentar no Brasil

Textos Motivadores (4 textos)
Texto I · texto
Fragmento do livro Geografia da Fome, de Josué de Castro, publicado em 1946
A alimentação do brasileiro tem-se revelado, à luz dos inquéritos sociais realizados, com qualidades nutritivas bem precárias, apresentando, nas diferentes regiões do país, padrões dietéticos mais ou menos incompletos e desarmônicos. Numas regiões, os erros e defeitos são mais graves, e vive-se num estado de fome crônica; noutras, são mais discretos, e tem-se a subnutrição. Procurando investigar as causas fundamentais dessa alimentação em regra tão defeituosa e que tem pesado tão duramente na evolução econômico-social do povo, chega-se à conclusão de que elas são mais produto de fatores socioculturais do que de fatores de natureza geográfica.
Fonte: CASTRO, J. Geografia da Fome. 9ª ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2008 (adaptado).
Texto II · texto
O sociólogo Herbert de Souza, o Betinho, imortalizado na música de Aldir Blanc e João Bosco, pela voz de Elis Regina, como o “irmão do Henfil”, mobilizou o país na luta pela ética na política, pelo combate à fome e à miséria e na defesa da vida, na década de 1990.
Quem tem fome tem pressa. A frase era o lema de Betinho durante a campanha da Ação da Cidadania contra a Fome, a Miséria, e pela Vida, que colocou o combate à fome no foco das manifestações populares e das políticas públicas.
Fonte: Disponível em: https://agenciabrasil.ebc.com.br. Acesso em: 15 jun. 2022 (adaptado).
Texto III · arte
Ilustração em preto e branco do rosto de um homem com a frase "QUEM TEM FOME TEM PRESSA" sobreposta.
Descrição da imagem (gerado por IA)

Ilustração em preto e branco, em estilo de traço hachurado, com o rosto de um homem mais velho visto de frente, de cabelos volumosos e despenteados para trás, olhos bem abertos e boca entreaberta em leve sorriso. Sobre a metade esquerda do rosto estão sobrepostas, em letras grandes e escuras, cinco linhas de texto alinhadas à esquerda, formando a frase "QUEM TEM FOME TEM PRESSA", distribuída verticalmente da altura da testa até a altura do queixo.

Textos contidos na imagem (gerado por IA)

QUEM

TEM

FOME

TEM

PRESSA

Fonte: Disponível em: https://atalmineira.com. Acesso em: 15 jun. 2022.
Texto IV · texto
Atualmente, 33 milhões de pessoas passam fome no país, segundo resultado de uma nova pesquisa sobre o tema divulgada em junho de 2022. Em 1993, eram 32 milhões de pessoas nessa situação, segundo dados semelhantes do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada).
Fonte: Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br. Acesso em: 15 jun. 2022 (adaptado).

Desafios para a valorização de comunidades e povos tradicionais no Brasil

Textos Motivadores (4 textos)
Texto I · texto
Você sabe quais são as comunidades e os povos tradicionais brasileiros? Talvez indígenas e quilombolas sejam os primeiros que passam pela cabeça, mas, na verdade, além deles, existem 26 reconhecidos oficialmente e muitos outros que ainda não foram incluídos na legislação.
São pescadores artesanais, quebradeiras de coco babaçu, apanhadores de flores sempre-vivas, caatingueiros, extrativistas, para citar alguns, todos considerados culturalmente diferenciados, capazes de se reconhecerem entre si.
Para uma pesquisadora da UnB, essas populações consideram a terra como uma mãe, e há uma relação de reciprocidade com a natureza. Nessa troca, a natureza fornece “alimento, um lugar saudável para habitar, para ter água. E elas se responsabilizam por cuidar dela, por tirar dela apenas o suficiente para viver bem e respeitam o tempo de regeneração da própria natureza”, diz.
Fonte: Disponível em: https://g1.globo.com. Acesso em: 17 jun. 2022 (adaptado).
Texto II · infografico
Infográfico com gráficos de barras sobre os povos tradicionais do Brasil e os estados com maior concentração de famílias em cada categoria.
Descrição da imagem (gerado por IA)

Infográfico com o título 'Povos tradicionais do Brasil' e o subtítulo 'Estados com a maior concentração de famílias'. Apresenta sete blocos, cada um com o nome de uma categoria e um pequeno gráfico de barras horizontais com três estados e seus valores: Indígena – AM 43.264, MS 21.507, RR 15.316; Pescador – PA 40.123, MA 33.085, BA 30.920; Quilombola – BA 43.009, MA 39.316, PA 15.282; Povos de terreiro – BA 1.883, PI 856, CE 603; Cigano – BA 1.538, GO 643, MG 556; Ribeirinho – PA 50.314, AM 16.507, BA 9.670; e Extrativista – PA 11.826, AM 9.772, MA 7.190. No canto inferior direito constam a fonte e a data de elaboração, além do crédito de acesso.

Textos contidos na imagem (gerado por IA)

Povos tradicionais do Brasil

Estados com a maior concentração de famílias

Indígena

AM

43.264

MS

21.507

RR

15.316

Pescador

PA

40.123

MA

33.085

BA

30.920

Quilombola

43.009

39.316

15.282

Povos de terreiro

1.883

PI

856

CE

603

Cigano

1.538

GO

643

MG

556

Ribeirinho

50.314

16.507

9.670

Extrativista

11.826

9.772

7.190

Fonte: Ministério Público Federal. Infográfico elaborado em: 25/10/2019.

Disponível em: https://g1.globo.com. Acesso em: 17 jun. 2022 (adaptado).

Fonte: Fonte: Ministério Público Federal. Infográfico elaborado em: 25/10/2019. Disponível em: https://g1.globo.com. Acesso em: 17 jun. 2022 (adaptado).
Texto III · texto
Povos e comunidades tradicionais
O Ministério do Desenvolvimento Social (MDS) preside, desde 2007, a Comissão Nacional de Desenvolvimento Sustentável dos Povos e Comunidades Tradicionais (CNPCT), criada em 2006. Fruto dos trabalhos da CNPCT, foi instituída, por meio do Decreto nº 6.040, de 7 de fevereiro de 2017, a Política Nacional de Desenvolvimento Sustentável dos Povos e Comunidades Tradicionais (PNPCT). A PNPCT foi criada em um contexto de busca de reconhecimento e preservação de outras formas de organização social por parte do Estado.
Fonte: Disponível em: http://mds.gov.br. Acesso em: 17 jun. 2022 (adaptado).
Texto IV · texto
Carta da Amazônia 2021
Aos participantes da 26ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP26)
Não podia ser mais estratégico para nós, Povos Indígenas, Populações e Comunidades Tradicionais brasileiras, reafirmarmos a defesa da sociobiodiversidade amazônica neste momento em que o mundo volta a debater a crise climática na COP26. Uma crise que atinge, em todos os contextos, os viventes da Terra!
Nossos territórios protegidos e direitos respeitados são as reivindicações dos movimentos sociais e ambientais brasileiros.
Não compactuamos com qualquer tentativa e estratégia baseada somente na lógica do mercado, com empresas que apoiam legislações ambientais que ameaçam nossos direitos e com mecanismos de financiamento que não condizem com a realidade dos nossos territórios.
Propomos o que temos de melhor: a experiência das nossas sociedades e culturas históricas, construídas com base em nossos saberes tradicionais e ancestrais, além de nosso profundo conhecimento da natureza.
Inovação, para nós, não pode resultar em processos que venham a ameaçar nossos territórios, nossas formas tradicionais e harmônicas de viver e produzir.
Amazônia, Brasil, 20 de outubro de 2021.
Entidades signatárias: CNS; Coiab; Conaq; MIQCB; Coica; ANA Amazônia e Confrem
Fonte: Disponível em: https://s3.amazonaws.com. Acesso em: 17 jun. 2022 (adaptado).

Desafios para o enfrentamento da invisibilidade social de pessoas sem registro civil de nascimento no Brasil

Textos Motivadores (3 textos)
Texto I · texto
Toda sexta-feira, o ônibus azul e branco estacionado no pátio da Vara da Infância e da Juventude, na Praça Onze, Centro do Rio, sacoleja com o entra e sai de gente a partir das 9h. Do lado de fora, nunca menos de 50 pessoas, todas pobres ou muito pobres, quase todas negras, cercam o veículo, perguntam, sentam e levantam, perguntam de novo e esperam sem reclamar o tempo que for preciso. Adultos, velhos e crianças estão ali para conseguir o que, no Brasil, é oficialmente reconhecido como o primeiro documento da vida – a certidão de nascimento. [...]
Ao longo do discurso desses entrevistados, fica clara a forma como os usuários se definem: “zero à esquerda”, “cachorro”, “um nada”, “pessoa que não existe”, entre outras, todas são expressões que conformam claramente a ideia da pessoa sem registro de nascimento sobre si mesma como uma pessoa sem valor, cuja existência nunca foi oficialmente reconhecida pelo Estado.
Fonte: ESCÓSSIA, F. M. Invisíveis: uma etnografia sobre identidade, direitos e cidadania nas trajetórias de brasileiros sem documento. Tese (Doutorado em História, Política e Bens Culturais). Fundação Getúlio Vargas. Rio de Janeiro, 2019.
Texto II · infografico
A Lei Nº 9 534 de 1997 tornou o registro de nascimento gratuito no Brasil. Só que o problema persiste, mostrando que essa exclusão é complexa e não se explica apenas pela dificuldade financeira em pagar pelo registro, por exemplo.
MAPA DA INVISIBILIDADE NO BRASIL
Estimativa do número de pessoas sem registro de nascimento
  • Norte: 320 mil
  • Nordeste: 828 mil
  • Centro-Oeste: 223 mil
  • Sudeste: 415 mil
  • Sul: 320 mil
Fonte: IBGE (Dados de 2015)
Fonte: Disponível em: https://estudio.r7.com/. Acesso em: 22 jul. 2021 (adaptado).
Texto III · texto
A certidão de nascimento é o primeiro e o mais importante documento do cidadão. Com ele, a pessoa existe oficialmente para o Estado e a sociedade. Só de posse da certidão é possível retirar outros documentos civis, como a carteira de trabalho, a carteira
Fonte: Texto não finalizado na imagem.

Reconhecimento da contribuição das mulheres nas ciências da saúde no Brasil

Textos Motivadores (4 textos)
Texto I · texto
Vinda de uma família abastada, viúva e irmã de militares, Anna Nery foi contratada como enfermeira para auxiliar o corpo de saúde do Exército Brasileiro e permaneceu atendendo feridos e enfermos durante o conflito da Guerra do Paraguai, até 1870. Na época, doenças ameaçavam a saúde dos soldados. Mas Anna conseguiu transformar a realidade sanitária dos locais onde trabalhava, impondo condições mínimas de higiene para que essas doenças não se alastrassem e para que as pessoas fossem tratadas com segurança. A sua história está documentada no Museu Nacional da Enfermagem, fundado em 2010. A trajetória de Anna Nery é semelhante à de Florence Nightingale, a inglesa que consolidou seu trabalho de cuidado na Guerra da Crimeia e fundou a enfermagem moderna no século XIX.
Fonte: Disponível em: https://oglobo.globo.com. Acesso em: 2 jul. 2021 (adaptado).
Texto II · texto
A pesquisadora Adriana Melo foi pioneira na identificação da relação do zika com a microcefalia. Cinco anos após o surto no país, ela ajuda famílias com um projeto singular na Paraíba — e diz que ainda há muito a aprender sobre a doença.
“Infelizmente, o interesse internacional em pesquisa diminuiu muito”, reclama Melo, “porque o zika não chegou ao mundo rico, não chegou à Europa e aos Estados Unidos. Perdeu-se totalmente o interesse pelo assunto.” Para ela, é uma negligência, uma vez que o vírus zika continua causando novos casos de microcefalia em crianças.
Fonte: Disponível em: www.dw.com. Acesso em: 22 jul. 2021.
Texto III · texto
A vida de uma médica entre seis hospitais e três filhos durante a pandemia
Entro em casa pela porta dos fundos, higienizo as mãos com álcool-gel. Tiro a roupa na lavanderia, coloco direto na máquina de lavar. Sigo para o banho. Agora essa é minha rotina. A pior parte é a de não chegar perto das crianças.
Saindo do banho, vejo que há duas ligações não atendidas. Retorno a primeira: uma amiga, cardiologista, conta que não vai conseguir voltar ao hospital para atender um paciente. Ela já vinha apresentando um quadro de moleza desde sábado, mas como nós, médicos, estamos habituados a fazer, ignorou os sintomas por serem leves. Tirou um cochilo hoje à tarde e acordou com febre. Ela me contou que atendeu um paciente, quatro dias atrás, que estava com febre depois de voltar de uma viagem (ele fez o teste e hoje recebeu o resultado: positivo). Até perceber o risco, o contato já havia acontecido. Pedi para ela fazer exame para covid-19 e ficar em isolamento domiciliar.
Fonte: Disponível em: https://piaui.folha.uol.com.br. Acesso em: 22 jul. 2021.
Texto IV · arte
Ilustração de um menino ajoelhado erguendo uma boneca sobre uma cesta de lixo com outros brinquedos descartados.
Descrição da imagem (gerado por IA)

Ilustração em tons de cinza, com traço delicado. Um menino ajoelhado no chão, usando camiseta clara e macacão com alças, ergue o braço direito acima da cabeça segurando uma boneca de pano com cabelos e vestido, segura pela perna. Ao lado dele, à direita, há uma cesta de lixo de grade metálica da qual saem outros brinquedos: um pequeno animal de pelúcia e partes de bonecos. O menino olha para a boneca que segura.

Textos contidos na imagem (gerado por IA)

Nenhum texto foi identificado nesta imagem.

Fonte: BANKSY. Disponível em: www.banksy.co.uk. Acesso em: 22 jul. 2021.

Invisibilidade e registro civil: garantia de acesso à cidadania no Brasil

Textos Motivadores (4 textos)
Texto I · texto
Toda sexta-feira, o ônibus azul e branco estacionado no pátio da Vara da Infância e da Juventude, na Praça Onze, Centro do Rio, sacoleja com o entra e sai de gente a partir das 9h. Do lado de fora, nunca menos de 50 pessoas, todas pobres ou muito pobres, quase todas negras, cercam o veículo, perguntam, sentam e levantam, perguntam de novo e esperam sem reclamar o tempo que for preciso. Adultos, velhos e crianças estão ali para conseguir o que, no Brasil, é oficialmente reconhecido como o primeiro documento da vida — a certidão de nascimento. [...]
Ao longo do discurso desses entrevistados, fica clara a forma como os usuários se definem: “zero à esquerda”, “cachorro”, “um nada”, “pessoa que não existe”, entre outras, todas são expressões que conformam claramente a ideia da pessoa sem registro de nascimento sobre si mesma como uma pessoa sem valor, cuja existência nunca foi oficialmente reconhecida pelo Estado.
Fonte: ESCÓSSIA, F. M. Invisíveis: uma etnografia sobre identidade, direitos e cidadania nas trajetórias de brasileiros sem documento. Tese (Doutorado em História, Política e Bens Culturais). Fundação Getulio Vargas. Rio de Janeiro. 2019.
Texto II · infografico
Infográfico com mapa do Brasil indicando a estimativa de pessoas sem registro de nascimento em cada região.
Descrição da imagem (gerado por IA)

Infográfico com o texto de abertura: 'A Lei Nº 9 534 de 1997 tornou o registro de nascimento gratuito no Brasil. Só que o problema persiste, mostrando que essa exclusão é complexa e não se explica apenas pela dificuldade financeira em pagar pelo registro, por exemplo.' Abaixo, o título 'MAPA DA INVISIBILIDADE NO BRASIL' e o subtítulo 'Estimativa do número de pessoas sem registro de nascimento'. No centro, um mapa do Brasil desenhado a traço preto, com linhas irradiando para fora das fronteiras, contém cinco círculos escuros com os dados por região: 'Norte – 320 MIL'; 'Nordeste – 828 MIL'; 'Centro-Oeste – 243 MIL'; 'Sudeste – 1,15 MILHÃO'; e 'Sul – 399 MIL'. Em cada círculo, o valor aparece em destaque e a palavra MIL ou MILHÃO abaixo. No rodapé constam a fonte e o crédito de acesso.

Textos contidos na imagem (gerado por IA)

A Lei Nº 9 534 de 1997 tornou o registro de nascimento gratuito no Brasil. Só que o problema persiste, mostrando que essa exclusão é complexa e não se explica apenas pela dificuldade financeira em pagar pelo registro, por exemplo.

MAPA DA INVISIBILIDADE

NO BRASIL

Estimativa do número de pessoas sem registro de nascimento

Norte

320 MIL

Nordeste

828 MIL

Centro-Oeste

243 MIL

Sudeste

1,15 MILHÃO

Sul

399 MIL

Fonte: IBGE (Dados de 2015)

Disponível em: https://estudio.r7.com/. Acesso em: 22 jul. 2021 (adaptado).

Fonte: Disponível em: https://estudio.r7.com/. Acesso em: 22 jul. 2021 (adaptado).
Texto III · texto
A certidão de nascimento é o primeiro e o mais importante documento do cidadão. Com ele, a pessoa existe oficialmente para o Estado e a sociedade. Só de posse da certidão é possível retirar outros documentos civis, como a carteira de trabalho, a carteira de identidade, o título de eleitor e o Cadastro de Pessoa Física (CPF). Além disso, para matricular uma criança na escola e ter acesso a benefícios sociais, a apresentação do documento é obrigatória.
Fonte: Disponível em: http://www.senado.leg.br/. Acesso em: 21 jul. 2021.
Texto IV · arte
Cartaz em fundo escuro com a frase 'Onde existem pessoas, nós enxergamos cidadãos' e um rosto formado por linhas de impressão digital.
Descrição da imagem (gerado por IA)

Cartaz com fundo cinza-escuro. No alto, em letras brancas maiúsculas, o texto 'ONDE EXISTEM PESSOAS, NÓS ENXERGAMOS' seguido, em letra cursiva clara, da palavra 'cidadãos.'. À direita, ocupando boa parte do cartaz, aparece uma imagem de um rosto humano formado por linhas de impressão digital em tons de cinza, com os olhos visíveis e o contorno do rosto se dissolvendo em linhas. Na parte inferior esquerda, em letras brancas maiúsculas, lê-se: 'DEFENSORAS E DEFENSORES PÚBLICOS PELO DIREITO À DOCUMENTAÇÃO PESSOAL.' Abaixo do cartaz há a legenda com a fonte e a data de acesso.

Textos contidos na imagem (gerado por IA)

ONDE EXISTEM PESSOAS, NÓS ENXERGAMOS cidadãos.

DEFENSORAS E DEFENSORES PÚBLICOS PELO DIREITO À DOCUMENTAÇÃO PESSOAL.

Disponível em: https://www.ufrgs.br/humanista. Acesso em: 26 jul. 2021 (adaptado).

Fonte: Disponível em: https://www.ufrgs.br/humanista. Acesso em: 26 jul. 2021 (adaptado).

O desafio de reduzir as desigualdades entre as regiões do Brasil

Textos Motivadores (3 textos)
Texto II · infografico
Produto Interno Bruto (PIB)
Participação das Grandes Regiões no PIB (%)
Região20022011Variação
Norte4,75,414,89%
Nordeste1313,43,08%
Sudeste56,755,4-2,29%
Sul16,916,2-4,14%
Centro-Oeste8,89,69,09%
Índice de Desenvolvimento Humano (IDH)
Mapas:
  • 1991
  • 2000
  • 2010
Legenda:
  • 0,800 - 1
  • 0,700 - 0,799
  • 0,600 - 0,699
  • 0,500 - 0,599
  • 0,000 - 0,499
Variação do IDH por Região:
  • Nordeste: 0,55 (2000) -> 0,68 (2010) | Variação: 23,97%
  • Norte: 0,55 (2000) -> 0,70 (2010) | Variação: 25,82%
  • Centro-Oeste: 0,62 (2000) -> 0,74 (2010) | Variação: 20,56%
  • Sul: 0,64 (2000) -> 0,74 (2010) | Variação: 16,75%
  • Sudeste: 0,63 (2000) -> 0,73 (2010) | Variação: 16,43%
Fonte: EDITORIA DE ARTE. FONTE: IBGE, FUNDAÇÃO JOÃO PINHEIRO E PNUD. Disponível em: www.hojeemdia.com.br. Acesso em: 1 ago. 2020 (adaptado).
Texto III · texto
O IBGE divulgou dados sobre a renda em cada estado em 2019. A pesquisa mostrou uma disparidade grande entre as diferentes unidades da federação. Distrito Federal, São Paulo e Rio de Janeiro aparecem como os locais com maior rendimento domiciliar per capita.
Além de mostrar as distâncias entre cada estado, os números do IBGE revelam disparidades expressivas entre as regiões brasileiras no ano de 2019. Em especial, fica evidente o menor rendimento por pessoa em estados das Regiões Norte e Nordeste.
Todos os estados das Regiões Norte e Nordeste tiveram rendimentos per capita menores que os estados das Regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste em 2019. Isso significa que os 16 estados do Brasil com menor renda domiciliar per capita foram os 16 estados pertencentes às Regiões Norte e Nordeste. Da mesma forma, as 11 unidades com maior rendimento em 2019 são as que compõem Sul, Sudeste e Centro-Oeste.
Fonte: Disponível em: https://www.nexojornal.com.br. Acesso em: 30 set. 2020 (adaptado).
Texto IV · texto
Qual momento específico da ocupação do território brasileiro acentuou de modo mais relevante as desigualdades sociais?
Santos – A globalização. Ela representa mudanças brutais de valores. Os processos de valorização e desvalorização eram relativamente lentos. Agora há um processo de mudança de valores que não permite que os atores da vida social se reorganizem. Até a classe média, que parecia incólume, está aí ferida de morte.
Em “O Brasil” o sr. diz que a globalização agrava as diferenças regionais brasileiras. Até que ponto ela também integra?
Santos – Ela unifica, não integra. Há uma vontade de homogeneização muito forte. Unifica em benefício de um pequeno número de atores. A integração é mais possível do que era antes. As novas tecnologias são uma formidável promessa. A globalização é uma promessa realizável e a integração será realizada.
Fonte: Entrevista de Milton Santos em 2001. Disponível em: folha.uol.com.br. Acesso em: 18 jul. 2020.

A falta de empatia nas relações sociais no Brasil

Textos Motivadores (3 textos)
Texto I · texto
empatia (s.f.)
não é sentir pelo outro, mas sentir com o outro, quando a gente lê o roteiro de outra vida. é ser ator em outro palco. é compreender. é não dizer ‘eu sei como você se sente’. é quando a gente não diminui a dor do outro. é descer até o fundo do poço e fazer companhia para quem não precisa. não é ser herói, é ser amigo.
é saber abraçar a alma.
Fonte: DOEDERLEIN, J. Disponível em: http://instagram.com/akapoeta. Acesso em: 24 jul. 2020.
Texto II · texto
Penso que a nossa geração esteja repleta de pessoas empáticas. Há muitos que sabem sentir a dor do mundo e que primam por preencher a nossa atmosfera psíquica com as flores da gentileza e o perfume da gratidão. Esses seres, embora raramente tenham holofotes sobre si, são os verdadeiramente ricos e poderosos, pois são os seus gestos anônimos, as suas preces silenciosas e seus pensamentos de paz que espalham centelhas de esperança por toda a Terra. Mas é inegável que muitos ainda não tenham compreendido que as maiores mazelas do mundo se dão pela falta de empatia dos homens. Por não saber “ser o outro”, o homem furta, rouba, violenta. O homem achincalha a fé alheia, o sonho alheio. O homem escraviza o homem. O homem condena povos inteiros, comunidades inteiras à miséria, roubando-lhes as condições necessárias, de modo que não possam sequer enxergar a própria indignidade. É a falta de empatia que contamina o mundo com a praga do imediatismo, do consumismo, do uso indiscriminado de recursos naturais. A falta de empatia faz com que desumanizemos o outro e, com isso, nos tornemos menos humanos, mais egoístas, mais individualistas, mais competitivos e mais insanos.
Fonte: Disponível em: https://www.revistapazes.com. Acesso em: 24 jul. 2020 (adaptado).
Texto III · infografico
CRIMES DE ÓDIO POR ESTADO EM 2018
Feminicídio foi único crime registrado em todas as unidades federativas (UFs), enquanto preconceito por origem aparece em apenas dois estados.
  • GÊNERO
  • RAÇA
  • ORIENTAÇÃO SEXUAL
  • RELIGIÃO
  • ORIGEM
(UF) QUE REGISTRARAM CADA TIPO DE CRIME DE ÓDIO.
Fonte: FONTE: MAPA DO ÓDIO 2018. Disponível em: http://www.generonumero.media. Acesso em: 24 jul. 2020.

O estigma associado às doenças mentais na sociedade brasileira

Textos Motivadores (3 textos)
Texto I · texto
A maior parte das pessoas, quando ouve falar em “saúde mental”, pensa em “doença mental”. Mas a saúde mental implica muito mais que a ausência de doenças mentais. Pessoas mentalmente saudáveis compreendem que ninguém é perfeito, que todos possuem limites e que não se pode ser tudo para todos. Elas vivenciam diariamente uma série de emoções como alegria, amor, satisfação, tristeza, raiva e frustração. São capazes de enfrentar os desafios e as mudanças da vida cotidiana com equilíbrio e sabem procurar ajuda quando têm dificuldade em lidar com conflitos, perturbações, traumas ou transições importantes nos diferentes ciclos da vida. A saúde mental de uma pessoa está relacionada à forma como ela reage às exigências da vida e ao modo como harmoniza seus desejos, capacidades, ambições, ideias e emoções. Todas as pessoas podem apresentar sinais de sofrimento psíquico em alguma fase da vida.
Fonte: Disponível em: http://www.saude.pr.gov.br. Acesso em: 27 jul. 2020 (adaptado).
Texto II · texto
A origem da palavra “estigma” aponta para marcas ou cicatrizes deixadas por feridas. Por extensão, em um período que remonta à Grécia Antiga, passou a designar também as marcas feitas com ferro em brasa em criminosos, escravos e outras pessoas que se desejava separar da sociedade “correta” e “honrada”. Essa mesma palavra muitas vezes está presente no universo das doenças psiquiátricas. No lugar da marca de ferro, relegamos preconceito, falta de informação e tratamentos precários a pessoas que sofrem de depressão, ansiedade, transtorno bipolar e outros transtornos mentais graves.
Achar que a manifestação de um transtorno mental é “frescura” está relacionado a um ideal de felicidade que não é igual para todo mundo. A tentativa de se encaixar nesse modelo cria distância dos sentimentos reais, e quem os demonstra é rotulado, o que progressivamente dificulta a interação social. É aqui que redes sociais de enorme popularidade mostram uma face cruel, desempenhando um papel de validação da vida perfeita e criando um ambiente em que tudo deve ser mostrado em seu melhor ângulo. Fora dos holofotes da internet, porém, transtornos mentais mostram-se mais presentes do que se imagina.
Fonte: http://www.abrata.org.br. Acesso em: 27 jul. 2020 (adaptado).
Texto III · infografico
Infográfico sobre depressão no Brasil e no mundo, com mapas, ícones e números destacados.
Descrição da imagem (gerado por IA)

Infográfico com fundo escuro e formas de mapa do Brasil em verde e amarelo. No topo, à esquerda, um retângulo com o título "SOCORRO, BRASIL!" e um texto de chamada; à direita, um mapa do Brasil com uma bandeira nacional em que o círculo azul traz um rosto triste. Abaixo, distribuídos em blocos, dados e ícones: um globo terrestre com o número "322 milhões"; um coração com a palavra "Hoje"; uma nota de dinheiro com "1 trilhão de dólares"; números destacados em amarelo com textos explicativos sobre depressão, afastamento do trabalho e diferença entre mulheres e homens; além de pequenos pictogramas de pessoas. Na base, um aviso com telefone de apoio e a fonte dos dados.

Textos contidos na imagem (gerado por IA)

SOCORRO, BRASIL!

Saiba mais sobre o problema de saúde que afeta mais de 1 em cada 20 pessoas, mas que continuamos ignorando!

322 milhões de pessoas vivem com depressão em todo o mundo

Mais de 11,5 milhões de brasileiros têm depressão

O Brasil é o país mais depressivo da América Latina

1

Hoje

A depressão é a doença mais incapacitante do mundo

Depressão é a 2ª causa de afastamento de trabalho no mundo

1 trilhão de dólares

é o valor da perda econômica mundial gerada pelas consequências dos transtornos mentais

O número de Mulheres afetadas pela depressão é 30% mais elevado que o dos homens

Todos os dados foram divulgados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em fevereiro de 2017.

Se você precisa de ajuda, ligue para o Centro de Valorização da Vida (CVV): 188.

Disponível em: https://zenklub.com.br. Acesso em: 27 jul. 2020 (adaptado).

Fonte: Disponível em: https://zenklub.com.br. Acesso em: 27 jul. 2020 (adaptado).

Combate ao uso indiscriminado das tecnologias digitais de informação por crianças

Textos Motivadores (2 textos)
Texto I · texto
Os impactos negativos do exagero da tecnologia não ficam restritos aos aspectos comportamentais e emocionais. Há também a ameaça do sedentarismo. Uma pesquisa da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) avaliou os hábitos de 21 voluntários com idade entre 8 e 12 anos e constatou que 14 deles não praticavam nenhuma atividade física. Na sala de aula a história também desanda. “A luz emitida pelo visor reduz a produção de melatonina, hormônio indutor do sono”, observa uma das pesquisadoras responsáveis. Sem a substância, fica difícil adormecer e há maior risco de despertar na madrugada. “O sono de má qualidade interfere na concretização das memórias e do aprendizado do dia”, aponta uma neuropediatra.
Fonte: Disponível em: https://saude.abril.com.br. Acesso em: 3 de jun. 2019 (adaptado).
Texto II · infografico
Riscos e benefícios das novas tecnologias para crianças
Segundo a Academia Americana de Pediatria (AAP), há claras evidências de que as mídias digitais contribuem substancialmente para diferentes problemas de saúde, como a obesidade e comportamentos agressivos e/ou alienados. Por outro lado, a AAP reconhece os benefícios da tecnologia na aprendizagem e nos relacionamentos sociais, a partir da interatividade possibilitada pelos diferentes dispositivos de mídia digital.
As novas tecnologias de comunicação alteraram a forma de acesso e armazenamento da memória, pois, através de imagens, sons e movimentos apresentados nos dispositivos eletrônicos de comunicação é possível fixar conteúdos, armazenar sentimentos, aprendizagens e lembranças que não necessariamente foram vivenciadas presencialmente pelos espectadores. As mídias digitais propiciam experiências culturais através de interações diversificadas, permitindo às crianças apropriarem-se do conteúdo e da comunicação baseados em suas necessidades, motivações e interesse.
COMO AS CRIANÇAS SE COMPORTAM NA INTERNET
  • 47% disseram ter visto imagens e vídeos com conteúdo sexual em redes sociais nos últimos 12 meses
  • 82% navegam pelo celular diariamente
  • 9% receberam pedidos de foto de partes íntimas ou conversas de conteúdo sexual pela internet
COMO AS CRIANÇAS SE COMPORTAM NAS REDES SOCIAIS
  • 43% das crianças entre 9 e 10 anos têm perfil em alguma rede social
  • 68% das crianças entre 11 e 12 anos têm perfil em alguma rede social
  • 52% informaram que seus perfis são públicos:
- 30% informaram o telefone
- 46% informaram a escola onde estudam
- 17% informaram o endereço
  • O Facebook permite a inscrição apenas para maiores de 13 anos
Outros dados:
  • 32% mentem a idade no Facebook*
  • 13% adicionam desconhecidos nas redes sociais
  • 13% encontraram-se com alguém que conheceram na internet
  • 29% tiveram contato pela internet com desconhecidos
Fonte: Disponível em: http://blog.smp.org.br. Acesso em: 3 jun. 2019 (adaptado).

Democratização do acesso ao cinema no Brasil

Textos Motivadores (4 textos)
Texto I · texto
No dia da primeira exibição pública de cinema — 28 de dezembro de 1895, em Paris —, um homem de teatro que trabalhava com mágicas, Georges Mélies, foi falar com Lumière, um dos inventores do cinema; queria adquirir um aparelho, e Lumière desencorajou-o, disse-lhe que o “Cinematógrafo” não tinha o menor futuro como espetáculo, era um instrumento científico para reproduzir o movimento e só poderia servir para pesquisas. Mesmo que o público, no início, se divertisse com ele, seria uma novidade de vida breve, logo cansaria. Lumière enganou-se. Como essa estranha máquina de austeros cientistas virou uma máquina de contar estórias para enormes plateias, de geração em geração, durante já quase um século?
Fonte: BERNARDET, Jean-Claude; ROSSI, Clóvis. O que é Jornalismo, O que é Editora, O que é Cinema. São Paulo: Brasiliense, 1993.
Texto II · texto
Edgar Morin define o cinema como uma máquina que registra a existência e a restitui como tal, porém levando em consideração o indivíduo, ou seja, o cinema seria um meio de transportar para a tela o universo pessoal, solicitando a participação do espectador.
Fonte: GUTFREIND, C. F. O filme e a representação do real. E-Compós, v. 6, 11, 2006 (adaptado).
Texto III · infografico
Infográfico com percentuais sobre o consumo de filmes na TV e a frequência ao cinema entre brasileiros.
Descrição da imagem (gerado por IA)

Infográfico em preto, branco e cinza. No alto, à esquerda, o título em letras grandes "DA TELONA PARA AS TELINHAS", seguido de um subtítulo explicativo em letras maiúsculas. À direita, ícones de claquete com o número 3, de uma tela de vídeo e de uma câmera. Abaixo, uma faixa cinza com o texto sobre o crescimento da penetração do cinema. Na parte inferior, quatro blocos, cada um com um ícone e um percentual com texto: uma televisão com caixas de som (88%), um balde de pipoca com filme (17%), uma televisão com óculos 3D (19%) e uma tela dentro de um filme (95%), este último com nota de rodapé.

Textos contidos na imagem (gerado por IA)

DA TELONA PARA AS TELINHAS

CRESCE O PERCENTUAL DE BRASILEIROS QUE FREQUENTAM SALAS DE CINEMA E O INTERESSE POR FILMES TEM DESTAQUE NO CONSUMO DE TV. ENTENDA!

Nos últimos cinco anos, a penetração do cinema cresceu 43% entre os brasileiros

88% dos telespectadores assistem a filmes na TV, regularmente

17% da população frequenta o cinema*, no total

19% dos telespectadores de filmes na TV vão ao cinema

95% dos que foram ao cinema assistem a filmes na TV

*assistiu nos últimos 30 dias

Fonte: Disponível em: www.meioemensagem.com. Acesso em: 12 jun. 2019 (adaptado).
Texto IV · texto
O Brasil já teve um parque exibidor vigoroso e descentralizado: quase 3 300 salas em 1975, uma para cada 30 000 habitantes, 80% em cidades do interior. Desde então, o país mudou. Quase 120 milhões de pessoas a mais passaram a viver nas cidades. A urbanização acelerada, a falta de investimentos em infraestrutura urbana, a baixa capitalização das empresas exibidoras, as mudanças tecnológicas, entre outros fatores, alteraram a geografia do cinema. Em 1997, chegamos a pouco mais de 1 000 salas. Com a expansão dos shopping centers, a atividade de exibição se reorganizou. O número de cinemas duplicou, até chegar às atuais 2 200 salas. Esse crescimento, porém, além de insuficiente (o Brasil é apenas o 60º país na relação habitantes por sala), ocorreu de forma concentrada. Foram privilegiadas as áreas de renda mais alta das grandes cidades. Populações inteiras foram excluídas do universo do cinema ou continuam mal atendidas: o Norte e o Nordeste, as periferias urbanas, as cidades pequenas e médias do interior.
Fonte: Disponível em: https://cinemapertodevoce.ancine.gov.br. Acesso em: 13 jun. 2019 (fragmento).

Formas de organização da sociedade para o enfrentamento de problemas econômicos no Brasil

Textos Motivadores (4 textos)
Texto I · infografico
Gráfico de linhas da evolução do mercado de trabalho de 2012 a 2017, comparando ocupados com e sem carteira, conta própria e desocupados.
Descrição da imagem (gerado por IA)

Gráfico de linhas com o título 'Evolução do mercado de trabalho' e o subtítulo 'Veja o número de pessoas segundo a forma de trabalho (em milhões)'. O eixo vertical vai de 0 a 40, em intervalos de 5, e o eixo horizontal traz os anos de 2012 a 2017, com linhas verticais de grade. Quatro linhas aparecem: a mais alta, 'Ocupados com carteira de trabalho', começa perto de 35 milhões, sobe levemente até 2014 e cai, terminando em 33,3 milhões em 2017; 'Conta Própria (autônomos e informais)' começa perto de 20 milhões e sobe, terminando em 23,2 milhões; 'Ocupados sem carteira de trabalho' começa perto de 11 milhões, cai até 2014 e depois sobe, terminando em 12,3 milhões; e 'Desocupados' começa perto de 7 milhões, cai em 2013-2014 e depois sobe acentuadamente, terminando em 11,1 milhões. Cada linha tem seu valor final indicado em um retângulo à direita. Abaixo do gráfico constam a fonte e o crédito de acesso.

Textos contidos na imagem (gerado por IA)

Evolução do mercado de trabalho

Veja o número de pessoas segundo a forma de trabalho (em milhões)

40

35

30

25

20

15

10

5

2012

2013

2014

2015

2016

2017

Ocupados com carteira de trabalho

Conta Própria (autônomos e informais)

Ocupados sem carteira de trabalho

Desocupados

33,3

23,2

12,3

11,1

FONTE: Portal G1 com dados do IBGE.

Disponível em: https://g1.globo.com. Acesso em: 7 maio 2018 (adaptado).

Fonte: FONTE: Portal G1 com dados do IBGE. Disponível em: https://g1.globo.com. Acesso em: 7 maio 2018 (adaptado).
Texto II · texto
Moedas sociais circulam por todo o Brasil e impulsionam economia das comunidades
Engana-se quem pensa que o Real é a única moeda em circulação no Brasil. Além dele, existem centenas de outras, chamadas de moedas sociais, já muito usadas em diversas regiões do país. As moedas sociais estão ligadas a bancos comunitários. Elas são consideradas complementares à moeda oficial brasileira e, em geral, são lastreadas pelo Real. Hoje, as mais de cem moedas sociais em circulação no Brasil movimentam mais de R$ 6 milhões por ano, seja em crédito produtivo, seja em meio circulante físico. Esses bancos atuam onde os bancos tradicionais não entram.
Fonte: Disponível em: www.conexaoplaneta.com.br. Acesso em: 7 maio 2018 (adaptado).
Texto III · texto
Fotografia em preto e branco de crianças caminhando em meio à vegetação, com uma menina em primeiro plano.
Descrição da imagem (gerado por IA)

Fotografia em preto e branco, ao ar livre, em área de vegetação e arbustos. Em primeiro plano, à esquerda, uma menina de cabelos escuros, com franja, usando blusa clara e uma saia ou tecido com estampa, está de perfil, com as mãos à frente do corpo. Ao fundo, três outras crianças ou jovens caminham pela vegetação, uma delas carregando um saco ou bolsa clara nas costas. A imagem tem aspecto antigo e levemente granulado.

Textos contidos na imagem (gerado por IA)

Nenhum texto foi identificado nesta imagem.

Fonte: Disponível em: http://terramirim.org.br. Acesso em: 7 maio 2018 (adaptado).
Texto IV · texto
P.S.O.: Qual seria a importância principal da economia solidária na sociedade brasileira atual?
Paul Singer: O trabalho é uma forma de aprender, de crescer, de amadurecer, e essas oportunidades a economia solidária oferece a todos, sem distinção. [...] Os trabalhadores não têm um salário assegurado no fim do mês, que é uma das conquistas importantes dos trabalhadores no sistema capitalista, no qual eles não participam dos lucros e tampouco dos riscos. Agora, trabalhando em sua própria cooperativa, eles são proprietários de tudo o que é produzido, mas também os prejuízos são deles.
Fonte: SINGER, Paul. Economia Solidária. [jan./abr. 2008] São Paulo: Estudos Avançados, v. 22, n. 62. Entrevista concedida a Paulo de Salles Oliveira.

Manipulação do comportamento do usuário pelo controle de dados na internet

Textos Motivadores (4 textos)
TEXTO I · texto
Às segundas-feiras pela manhã, os usuários de um serviço de música digital recebem uma lista personalizada de músicas que lhes permite descobrir novidades. Assim como os sistemas de outros aplicativos e redes sociais, este cérebro artificial consegue traçar um retrato automatizado do gosto de seus assinantes e constrói uma máquina de sugestões que não costuma falhar. O sistema se baseia em um algoritmo cuja evolução e usos aplicados ao consumo cultural são infinitos. De fato, plataformas de transmissão de vídeo on-line começam a desenhar suas séries de sucesso rastreando o banco de dados gerado por todos os movimentos dos usuários para analisar o que os satisfaz. O algoritmo constrói assim um universo cultural adequado e complacente com o gosto do consumidor, que pode avançar até chegar sempre a lugares reconhecíveis. Dessa forma, a filtragem de informação feita pelas redes sociais ou pelos sistemas de busca pode moldar nossa maneira de pensar. E esse é o problema principal: a ilusão de liberdade de escolha que muitas vezes é gerada pelos algoritmos.
Fonte: VERDÚ, Daniel. O gosto na era do algoritmo. Disponível em: https://brasil.elpais.com. Acesso em: 11 jun. 2018 (adaptado).
TEXTO II · texto
Nos sistemas dos gigantes da internet, a filtragem de dados é transferida para um exército de moderadores em empresas localizadas do Oriente Médio ao Sul da Ásia, que têm um papel importante no controle daquilo que deve ser eliminado da rede social, a partir de sinalizações dos usuários. Mas a informação é então processada por um algoritmo, que tem a decisão final. Os algoritmos são literais. Em poucas palavras, são uma opinião embrulhada em código. E estamos caminhando para um estágio em que é a máquina que decide qual notícia deve ou não ser lida.
Fonte: PEPE ESCOBAR. A silenciosa ditadura do algoritmo. Disponível em: http://outraspalavras.net. Acesso em: 5 jun. 2017 (adaptado).
TEXTO III · infografico
Infográfico sobre a utilização da internet no Brasil, com percentuais por faixa etária e pelas finalidades de acesso mais comuns.
Descrição da imagem (gerado por IA)

Infográfico com o título 'Utilização da Internet'. O primeiro dado, em destaque, é '64,7% das pessoas de 10 anos ou mais de idade utilizaram a internet'. Abaixo, dois ícones de pessoa com percentuais: ícone masculino com '63,8%' e ícone feminino com '65,5%'. Em seguida, o texto: 'Cerca de 85% dos jovens de 18 a 24 anos de idade e 25% das pessoas de 60 anos ou mais de idade utilizaram a internet'. Depois, o subtítulo 'Finalidade do acesso à Internet (%)' organiza quatro itens com ícones e percentuais: ícone de mensagens – '94,2' – 'Enviar ou receber mensagens de texto, voz ou imagens por aplicativos diferentes de e-mail'; ícone de vídeo – '76,4' – 'Assistir a vídeos, inclusive programas, séries e filmes'; ícone de câmera – '73,3' – 'Conversar por chamada de voz ou vídeo'; e ícone de envelope com arroba – '69,3' – 'Enviar ou receber e-mails (correio eletrônico)'. No alto à esquerda consta 'TEXTO III'.

Textos contidos na imagem (gerado por IA)

TEXTO III

Utilização da Internet

64,7% das pessoas de 10 anos ou mais de idade utilizaram a internet.

63,8%

65,5%

Cerca de 85% dos jovens de 18 a 24 anos de idade e 25% das pessoas de 60 anos ou mais de idade utilizaram a internet.

Finalidade do acesso à Internet (%)

94,2

Enviar ou receber mensagens de texto, voz ou imagens por aplicativos diferentes de e-mail

76,4

Assistir a vídeos, inclusive programas, séries e filmes

73,3

Conversar por chamada de voz ou vídeo

69,3

Enviar ou receber e-mails (correio eletrônico)

Fonte: Internet no Brasil em 2016. Disponível em: www.ibge.gov.br. Acesso em: 18 jun. 2018 (adaptado).
TEXTO IV · texto
Mudanças sutis nas informações às quais somos expostos podem transformar nosso comportamento. As redes têm selecionado as notícias sob títulos chamativos como “trending topics” ou critérios como “relevância”. Mas nós praticamente não sabemos como isso tudo é filtrado. Quanto mais informações relevantes tivermos nas pontas dos dedos, melhor equipados estamos para tomar decisões. No entanto, surgem algumas tensões fundamentais: entre a conveniência e a deliberação; entre o que o usuário deseja e o que é melhor para ele; entre a transparência e o lado comercial. Quanto mais os sistemas souberem sobre você em comparação ao que você sabe sobre eles, há mais riscos de suas escolhas se tornarem apenas uma série de reações a “cutucadas” invisíveis. O que está em jogo não é tanto a questão “homem versus máquina”, mas sim a disputa “decisão informada versus obediência influenciada”.
Fonte: CHATFIELD, Tom. Como a internet influencia secretamente nossas escolhas. Disponível em: www.bbc.com. Acesso em: 3 jun. 2017 (adaptado).

Consequências da busca por padrões de beleza idealizados

Textos Motivadores (3 textos)
Texto I · texto
A beleza parece caminhar em uma linha tênue entre as escolhas do indivíduo e a imposição coletiva. Se, por um lado, cada um pode buscar a beleza da maneira que considerar melhor para si, por outro, cuidar da beleza torna-se um imperativo. Modelos funcionam como fonte de comparação social e a exposição às imagens idealizadas da mídia tem como efeito uma redução no nível de satisfação dos indivíduos com relação à própria imagem. Este processo de comparação social também influencia fortemente a autoestima do indivíduo. A percepção de uma discrepância acentuada entre o eu real e o eu ideal gera ansiedade e sentimento de insatisfação com relação ao seu autoconceito e, consequentemente, uma redução na sua autoestima. Na tentativa de atingir um ideal estético socialmente aceito, muitos se dedicam a uma luta incansável para esculpir o corpo perfeito e aproximar-se de um padrão de beleza.
Fonte: FONTES, O. A.; BORELLI, F. C.; CASOTTI, L. M. Como ser homem e ser belo? Um estudo exploratório sobre a relação entre masculinidade e o consumo de beleza. Disponível em: http://seer.ufrgs.br. Acesso em: 22 jun. 2015 (adaptado).
Texto II · charge
Ilustração de Nayana e Beto abraçados, cercada por textos sobre a diferença de altura no casal.
Descrição da imagem (gerado por IA)

Página em tons de cinza, com textura granulada, composta por textos e uma ilustração central dentro de um círculo. No alto, um texto apresenta a personagem Nayana e a suposição de que um casal fica "feio" quando a mulher é mais alta que o homem. Dentro do círculo, um casal se abraça: à esquerda, um homem de barba, casaco escuro; à direita, uma mulher mais alta, de gorro e cachecol, inclinada na direção dele, sorrindo. Abaixo da ilustração, outro texto afirma que Nayana e Beto transbordam felicidade e não entendem como alguém pode achar o amor algo feio. No canto inferior direito há a assinatura da autora.

Textos contidos na imagem (gerado por IA)

NAYANA já ouviu que quando a mulher é mais alta do que o homem, o casal fica "feio".

A NAYANA e o BETO transbordam felicidade, e não entendem como alguém pode achar o amor algo feio.

Carol Rossetti

Fonte: ROSSETTI, C. Disponível em: www.carolrossetti.com.br. Acesso em: 21 jul. 2017.
Texto III · texto
Os transtornos alimentares mais relevantes em nosso contexto sociocultural são a anorexia e a bulimia nervosas. A anorexia nervosa se caracteriza pelo pavor descabido e inexplicável que a pessoa tem de engordar, com grave distorção da sua imagem corporal. Para atingir esse padrão de “beleza” inatingível, o anoréxico se submete a regimes alimentares bastante rigorosos e agressivos. Já a bulimia nervosa se caracteriza pela ingestão compulsiva e exagerada de alimentos, geralmente muito calóricos, seguida por um enorme sentimento de culpa em função dos “excessos” cometidos. Não podemos perder de vista que a formação da autoimagem corporal de cada pessoa está fortemente influenciada pela maneira como a sociedade “impõe” o que é ter um corpo esteticamente apreciável.
Fonte: SILVA, A. B. B. Bullying: mentes perigosas nas escolas. Rio de Janeiro: Objetiva, 2010 (adaptado).

Desafios para a formação educacional de surdos no Brasil

Textos Motivadores (4 textos)
Texto I · texto
CAPÍTULO IV
DO DIREITO À EDUCAÇÃO
Art. 27. A educação constitui direito da pessoa com deficiência, assegurados sistema educacional inclusivo em todos os níveis e aprendizado ao longo de toda a vida, de forma a alcançar o máximo desenvolvimento possível de seus talentos e habilidades físicas, sensoriais, intelectuais e sociais, segundo suas características, interesses e necessidades de aprendizagem.
Parágrafo único. É dever do Estado, da família, da comunidade escolar e da sociedade assegurar educação de qualidade à pessoa com deficiência, colocando-a a salvo de toda forma de violência, negligência e discriminação.
Art. 28. Incumbe ao poder público assegurar, criar, desenvolver, implementar, incentivar, acompanhar e avaliar: [...]
IV - oferta de educação bilíngue, em Libras como primeira língua e na modalidade escrita da língua portuguesa como segunda língua, em escolas e classes bilíngues e em escolas inclusivas; [...]
XII - oferta de ensino da Libras, do Sistema Braille e de uso de recursos de tecnologia assistiva, de forma a ampliar habilidades funcionais dos estudantes, promovendo sua autonomia e participação.
Fonte: BRASIL. Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015. Disponível em: www.planalto.gov.br. Acesso em: 9 jun. 2017 (fragmento).
Texto II · infografico
Cartaz em preto e branco com o texto 'Sou surdo e pós-graduado em marketing' sobre o close do rosto de um homem de óculos.
Descrição da imagem (gerado por IA)

Fotografia em preto e branco, em plano fechado, do rosto de um homem de cabelo escuro penteado para trás, usando óculos de grau; aparecem a testa, os olhos e parte do nariz, com o olhar voltado para a frente. Sobre a imagem, em letras brancas maiúsculas, está escrito: 'SOU SURDO E PÓS-GRADUADO EM MARKETING.' Em seguida, 'E NA SUA EMPRESA, TEM ESPAÇO PARA MIM?' e, em letras menores, 'TRABALHO NÃO TOLERA PRECONCEITO. VALORIZE AS DIFERENÇAS.' No canto inferior esquerdo há um pequeno texto vertical de crédito da foto.

Textos contidos na imagem (gerado por IA)

SOU SURDO E PÓS-GRADUADO EM MARKETING.

E NA SUA EMPRESA, TEM ESPAÇO PARA MIM?

TRABALHO NÃO TOLERA PRECONCEITO. VALORIZE AS DIFERENÇAS.

Foto: Sxc.hu/MS

Fonte: Inep.
Texto III · arte
SOU SURDO
E PÓS-GRADUADO EM MARKETING.
E NA SUA EMPRESA, TEM ESPAÇO PARA MIM?
TRABALHO NÃO TOLERA PRECONCEITO.
VALORIZE AS DIFERENÇAS.
Fonte: Disponível em: http://servicos.prt4.mpt.mp.br. Acesso em: 3 jun. 2017 (adaptado).
Texto IV · texto
No Brasil, os surdos só começaram a ter acesso à educação durante o Império, no governo de Dom Pedro II, que criou a primeira escola de educação de meninos surdos, em 26 de setembro de 1857, na antiga capital do País, o Rio de Janeiro. Hoje, no lugar da escola funciona o Instituto Nacional de Educação de Surdos (Ines). Por isso, a data foi escolhida como Dia do Surdo.
Contudo, foi somente em 2002, por meio da sanção da Lei nº 10.436, que a Língua Brasileira de Sinais (Libras) foi reconhecida como segunda língua oficial no País. A legislação determinou também que devem ser garantidas, por parte do poder público em geral e empresas concessionárias de serviços públicos, formas institucionalizadas de apoiar o uso e difusão da Libras como meio de comunicação objetiva.
Fonte: Disponível em: www.brasil.gov.br. Acesso em: 9 jun. 2017 (adaptado).

Consequências da busca por padrões de beleza idealizados

Textos Motivadores (3 textos)
Texto I · texto
A beleza parece caminhar em uma linha tênue entre as escolhas do indivíduo e a imposição coletiva. Se, por um lado, cada um pode buscar a beleza da maneira que considerar melhor para si, por outro, cuidar da beleza torna-se um imperativo. Modelos funcionam como fonte de comparação social e a exposição às imagens idealizadas da mídia tem como efeito uma redução no nível de satisfação dos indivíduos com relação à própria imagem. Este processo de comparação social também influencia fortemente a autoestima do indivíduo. A percepção de uma discrepância acentuada entre o eu real e o eu ideal gera ansiedade e sentimento de insatisfação com relação ao seu autoconceito e, consequentemente, uma redução na sua autoestima. Na tentativa de atingir um ideal estético socialmente aceito, muitos se dedicam a uma luta incansável para esculpir o corpo perfeito e aproximar-se de um padrão de beleza.
Fonte: FONTES, O. A.; BORELLI, F. C.; CASOTTI, L. M. Como ser homem e ser belo? Um estudo exploratório sobre a relação entre masculinidade e o consumo de beleza. Disponível em: http://seer.ufrgs.br. Acesso em: 22 jun. 2015 (adaptado).
Texto II · infografico
Cartum em tons de cinza com um casal se abraçando dentro de um círculo e textos sobre a diferença de altura entre Nayana e Beto.
Descrição da imagem (gerado por IA)

Ilustração em tons de cinza, em estilo cartum, com fundo texturizado. Na parte superior, o texto: 'NAYANA JÁ OUVIU QUE QUANDO A MULHER É MAIS ALTA DO QUE O HOMEM, O CASAL FICA FEIO.' No centro, dentro de um círculo, um casal se abraça: à esquerda, um rapaz moreno de jaqueta escura, e à direita, uma moça mais alta, usando gorro e cachecol, ambos sorrindo. Na parte inferior, o texto: 'A NAYANA E O BETO TRANSBORDAM FELICIDADE, E NÃO ENTENDEM COMO ALGUÉM PODE ACHAR O AMOR ALGO FEIO.' Há uma pequena assinatura no canto inferior direito.

Textos contidos na imagem (gerado por IA)

NAYANA JÁ OUVIU QUE QUANDO A MULHER É MAIS ALTA DO QUE O HOMEM, O CASAL FICA FEIO.

A NAYANA E O BETO TRANSBORDAM FELICIDADE, E NÃO ENTENDEM COMO ALGUÉM PODE ACHAR O AMOR ALGO FEIO.

Fonte: ROSSETTI, C. Disponível em: www.carolrossetti.com.br. Acesso em: 21 jul. 2017.
Texto III · texto
Os transtornos alimentares mais relevantes em nosso contexto sociocultural são a anorexia e a bulimia nervosas. A anorexia nervosa se caracteriza pelo pavor descabido e inexplicável que a pessoa tem de engordar, com grave distorção da sua imagem corporal. Para atingir esse padrão de “beleza” inatingível, o anoréxico se submete a regimes alimentares bastante rigorosos e agressivos. Já a bulimia nervosa se caracteriza pela ingestão compulsiva e exagerada de alimentos, geralmente muito calóricos, seguida por um enorme sentimento de culpa em função dos “excessos” cometidos. Não podemos perder de vista que a formação da autoimagem corporal de cada pessoa está fortemente influenciada pela maneira como a sociedade “impõe” o que é ter um corpo esteticamente apreciável.
Fonte: SILVA, A. B. B. Bullying: mentes perigosas nas escolas. Rio de Janeiro: Objetiva, 2010 (adaptado).

Alternativas para a diminuição do desperdício de alimentos no Brasil

Textos Motivadores (4 textos)
Texto I · texto
Um terço dos alimentos produzidos no mundo é desperdiçado a cada ano – junto com toda a energia, mão de obra, água e produtos químicos envolvidos em sua produção e descarte. O Brasil tem 3,4 milhões de brasileiros que estão em situação de insegurança alimentar, o que representa 1,7% da população. Segundo relatório da FAO (Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura), de 2013, 805 milhões de pessoas, ou seja, 1 em cada 9 sofre de fome no mundo.
Fonte: Disponível em: www.bancodealimentos.org.br. Acesso em: 30 maio 2016 (adaptado).
Texto II · texto
O desperdício de alimentos no Brasil chega a 40 mil toneladas por dia, segundo pesquisa da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). Anualmente, a quantia acumulada é suficiente para alimentar cerca de 19 milhões de pessoas diariamente.
Fonte: Disponível em: www.redebrasilatual.com.br. Acesso em: 30 de maio 2016.
Texto III · infografico
O CAMINHO DO DESPERDÍCIO NO BRASIL
10% de todo o desperdício ocorre ainda na colheita
50% ocorre no manuseio e transporte
30% ocorre nas centrais de abastecimento (CEASAS)
10% são diluídos entre supermercados e consumidores
Fonte: Disponível em: http://infograficos.oglobo.globo.com. Acesso em: 24 jun. 2016.
Texto IV · texto
O desperdício de alimentos nas sociedades ricas resulta de uma combinação entre o comportamento do consumidor e a falta de comunicação ao longo da cadeia de abastecimento. Os consumidores não conseguem planejar suas compras de forma eficaz e, por isso, compram em excesso ou exageram no cumprimento das datas de validade dos produtos. Por outro lado, os padrões estéticos e de qualidade levam os distribuidores a rejeitar grandes quantidades de alimentos perfeitamente comestíveis. Nos países em desenvolvimento, as grandes perdas pós-colheita, ainda na fase inicial da cadeia alimentar, são o principal problema.
Fonte: Disponível em: www.onuverde.org.br. Acesso em: 30 maio 2016.

Caminhos para combater a intolerância religiosa no Brasil

Textos Motivadores (4 textos)
TEXTO I · texto
Em consonância com a Constituição da República Federativa do Brasil e com toda a legislação que assegura a liberdade de crença religiosa às pessoas, além de proteção e respeito às manifestações religiosas, a laicidade do Estado deve ser buscada, afastando a possibilidade de interferência de correntes religiosas em matérias sociais, políticas, culturais etc.
Fonte: Disponível em: www.mprj.mp.br. Acesso em: 21 maio 2016 (fragmento).
TEXTO II · texto
O direito de criticar dogmas e encaminhamentos é assegurado como liberdade de expressão, mas atitudes agressivas, ofensas e tratamento diferenciado a alguém em função de crença ou de não ter religião são crimes inafiançáveis e imprescritíveis.
Fonte: STECK, J. Intolerância religiosa é crime de ódio e fere a dignidade. Jornal do Senado. Acesso em: 21 maio 2016 (fragmento).
TEXTO III · texto
CAPÍTULO I
Dos Crimes Contra o Sentimento Religioso
Ultraje a culto e impedimento ou perturbação de ato a ele relativo
Art. 208 - Escarnecer de alguém publicamente, por motivo de crença ou função religiosa; impedir ou perturbar cerimônia ou prática de culto religioso; vilipendiar publicamente ato ou objeto de culto religioso:
Pena - detenção, de um mês a um ano, ou multa.
Parágrafo único - Se há emprego de violência, a pena é aumentada de um terço, sem prejuízo da correspondente à violência.
Fonte: BRASIL. Código Penal. Disponível em: www.planalto.gov.br. Acesso em: 21 maio 2016 (fragmento).
TEXTO IV · infografico
Infográfico com barras de denúncias de intolerância religiosa por religião no Brasil e quatro blocos com dados complementares.
Descrição da imagem (gerado por IA)

Infográfico com um gráfico de barras horizontais à esquerda e quatro blocos de destaque à direita. O título geral é "Intolerância Religiosa no Brasil", com subtítulo sobre fiéis de religiões afro-brasileiras como principais vítimas de discriminação e a indicação de número de denúncias por religião entre 2011 e 2014. As barras, na ordem de cima para baixo, mostram: Afro-brasileira 75; Evangélica 58; Espírita 27; Católica 22; Ateus 8; Judaica 6; Islâmica 5; Outras 15. À direita, ícones com os dados: 1 denúncia a cada 3 dias; 213 denúncias com religião não informada; 20% dos episódios relatados em 2013 envolveram violência física; 12% dos episódios relatados até jul. 2014 envolveram violência física. Na base, há nota de rodapé e indicação de fonte.

Textos contidos na imagem (gerado por IA)

TEXTO IV

Intolerância Religiosa no Brasil

Fiéis de religiões afro-brasileiras são as principais vítimas de discriminação

Número de denúncias por religião (2011 a 2014*)

Afro-brasileira

75

Evangélica

58

Espírita

27

Católica

22

Ateus

8

Judaica

6

Islâmica

5

Outras

15

1 denúncia a cada 3 dias

213 denúncias com religião não informada

20% dos episódios relatados em 2013 envolveram violência física

12% dos episódios relatados até jul. 2014 envolveram violência física

*Até jul. 2014

Fonte: Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República

Disponível em: www1.folha.uol.com.br. Acesso em: 31 maio 2016 (adaptado).

Fonte: Fonte: Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República. Disponível em: www1.folha.uol.com.br. Acesso em: 31 maio 2016 (adaptado).

Caminhos para combater o racismo no Brasil

Textos Motivadores (4 textos)
Texto I · texto
Ascendendo à condição de trabalhador livre, antes ou depois da abolição, o negro se via jungido a novas formas de exploração que, embora melhores que a escravidão, só lhe permitiam integrar-se na sociedade e no mundo cultural, que se tornaram seus, na condição de um subproletariado compelido ao exercício de seu antigo papel, que continuava sendo principalmente o de animal de serviço. [...] As taxas de analfabetismo, de criminalidade e de mortalidade dos negros são, por isso, as mais elevadas, refletindo o fracasso da sociedade brasileira em cumprir, na prática, seu ideal professado de uma democracia racial que integrasse o negro na condição de cidadão indiferenciado dos demais.
Fonte: RIBEIRO, D. O povo brasileiro: a formação e o sentido do Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, 1995 (fragmento).
Texto II · texto
LEI Nº 7.716, DE 5 DE JANEIRO DE 1989
Define os crimes resultantes de preconceito de raça ou de cor
Art. 1º — Serão punidos, na forma desta Lei, os crimes resultantes de discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional.
Fonte: Disponível em: www.planalto.gov.br. Acesso em: 25 maio 2016 (fragmento).
Texto III · infografico
Cartaz do Senado Federal com o título 'Racismo ou Injúria Racial?', definições dos dois termos e duas mãos de tons diferentes se aproximando.
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Cartaz em tons de cinza, com moldura de cantos arredondados. No alto, centralizado, o texto pequeno 'Senado Federal'. Abaixo, em letras grandes e escuras, o título 'Racismo ou Injúria Racial?'. Em seguida, uma faixa escura com texto branco: 'Racismo é a conduta discriminatória dirigida a determinados grupos.' Mais abaixo, outra faixa escura com texto branco: 'Injúria racial é ofender a honra de alguém com a utilização de elementos referentes à raça, cor, etnia, religião ou origem.' Na parte inferior, sobre fundo acinzentado, duas mãos se aproximam: uma mão clara, vinda da esquerda, e uma mão escura, vinda da direita, com os dedos apontados uma na direção da outra.

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Senado Federal

Racismo ou Injúria Racial?

Racismo é a conduta discriminatória dirigida a determinados grupos.

Injúria racial é ofender a honra de alguém com a utilização de elementos referentes à raça, cor, etnia, religião ou origem.

Fonte: Disponível em: www12.senado.leg.br. Acesso em: 25 maio 2016.
Texto IV · texto
O que são ações afirmativas
Ações afirmativas são políticas públicas feitas pelo governo ou pela iniciativa privada com o objetivo de corrigir desigualdades raciais presentes na sociedade, acumuladas ao longo de anos.
Uma ação afirmativa busca oferecer igualdade de oportunidades a todos. As ações afirmativas podem ser de três tipos: com o objetivo de reverter a representação negativa; para promover igualdade de oportunidades; e para combater o preconceito e o racismo.
Em 2012, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu por unanimidade que as ações afirmativas são constitucionais e políticas essenciais para a redução de desigualdades e discriminações existentes no país.
No Brasil, as ações afirmativas integram uma agenda de combate à herança histórica de escravidão, segregação racial e racismo contra a população negra.
Fonte: Disponível em: www.seppir.gov.br. Acesso em: 25 maio 2016 (fragmento).

O histórico desafio de se valorizar o professor

Textos Motivadores (4 textos)
Texto I · texto
A escolha profissional passava necessariamente pela ideia de frequentar um curso de qualidade, que dava uma excelente cultura geral e preparo adequado para exercer uma profissão que era reputada como digna e prestigiada, fosse ela exercida por homens ou por mulheres. A figura da mulher que lecionava era bem aceita e apontada às moças como exemplo de honestidade e ideal a ser seguido. O mesmo acontecia com o professor. A família tinha a figura da professora e do professor em grande consideração e estes detinham um prestígio social que estava em claro desacordo com a remuneração salarial percebida. Eles desfrutavam um prestígio advindo do saber, e não do poder aquisitivo.
Fonte: ALMEIDA, J. S. D. Mulher e educação: a paixão pelo possível. São Paulo: Unesp, 1998 (adaptado).
Texto II · infografico
Cartaz em preto e branco com um homem erguendo livros e os textos "Em Educação não tem má gica" e "tem trabalho de Professor".
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Peça em preto e branco sobre fundo escuro. Na parte superior, em letras grandes, aparece "Em Educação" e, logo abaixo, em letras menores, "não tem má gica". No centro, um homem de barba, terno escuro e colete claro, aparece em efeito de movimento ou dupla exposição: ele ergue um livro aberto com a mão direita e sustenta outro exemplar com a mão esquerda, com imagens sobrepostas e desfocadas que sugerem repetição do gesto. Na parte inferior, o texto "tem trabalho de" seguido da palavra "Professor" em letras grandes.

Textos contidos na imagem (gerado por IA)

Em Educação

não tem má gica

tem trabalho de

Professor

Fonte: Disponível em: http://www.sinpro-rs.org.br. Acesso em: 26 jun. 2015 (adaptado).
Texto III · texto
O estatuto social e econômico é a chave para o estudo dos professores e da sua profissão. Num olhar rápido temos a impressão que a imagem social e a condição econômica dos professores se encontram num estado de grande degradação, sentimento que é confirmado por certos discursos das organizações sindicais e mesmo das autoridades estatais. Mas, cada vez que a análise é mais fina, os resultados são menos conclusivos e a profissão docente continua a revelar facetas atrativas. É evidente que há uma perda de prestígio, associada à alteração do papel tradicional dos professores no meio local: os professores do ensino primário já não são, ao lado dos párocos, os únicos agentes culturais nas aldeias e vilas da província; os professores do ensino secundário já não pertencem à elite social das cidades.
Fonte: NÓVOA, A. O passado e o presente dos professores. In NÓVOA, A. (Ed.). Profissão professor. Porto: Porto Editora, 1995 (adaptado).
Texto IV · arte
Fotografia em preto e branco de quatro pessoas segurando instrumento musical, pincel, câmera e máscaras de teatro, com faixa comemorativa do Dia dos Professores.
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Fotografia em preto e branco sobre um fundo com linhas horizontais claras, mostrando quatro pessoas de frente para a câmera, todas sorrindo, cada uma segurando um objeto diferente. Da esquerda para a direita: um homem de camiseta escura segura um instrumento de cordas pequeno, semelhante a um cavaquinho ou ukulele; uma mulher de camisa social segura um pincel de pintura erguido; um homem de camiseta estampada segura uma máquina fotográfica antiga na altura do rosto; e uma mulher de blusa clara e colar segura duas máscaras de teatro (comédia e tragédia). Na parte inferior, uma faixa branca com moldura contém, à esquerda, o texto 'FELIZ DIA DAS(OS) PROFESSORAS(ES)' e, à direita, as hashtags '#SOU PROFESSORA EMUITO+' e '#SOU PROFESSOR EMUITO+', seguidas da frase 'UMA HOMENAGEM AOS MESTRES QUE SEMPRE VÃO ALÉM'.

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FELIZ DIA DAS(OS) PROFESSORAS(ES)

#SOU PROFESSORA EMUITO+

#SOU PROFESSOR EMUITO+

UMA HOMENAGEM AOS MESTRES QUE SEMPRE VÃO ALÉM

Fonte: Disponível em: http://www.sinprodf.org.br. Acesso em: 26 jun. 2015.

A persistência da violência contra a mulher na sociedade brasileira

Textos Motivadores (3 textos)
Texto I · texto
A violência doméstica e familiar contra a mulher é um fenômeno que atinge mulheres de diferentes classes sociais, origens, idades, etnias, religiões e culturas. No Brasil, a violência contra a mulher é uma realidade que se confunde com a própria história do país, desde o período colonial. A criação da Lei Maria da Penha, em 2006, representou um marco na luta contra a violência doméstica, mas os índices de violência continuam elevados.
Fonte: BRASIL. Lei Maria da Penha. Lei nº 11.340, de 7 de agosto de 2006.
Texto II · infografico
Gráfico de barras com percentuais de tipos de violência relatada, sendo a violência física a mais frequente, com 51,68%.
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Gráfico de barras verticais escuras com o título 'TIPO DE VIOLÊNCIA RELATADA', sem escala no eixo vertical. O eixo horizontal traz as letras de A a G, e os percentuais aparecem acima de cada barra, em ordem decrescente: A = 51,68%; B = 31,81%; C = 9,68%; D = 2,86%; E = 1,94%; F = 1,76%; G = 0,26%. À direita, uma legenda associa as letras às categorias: A – Violência física; B – Violência psicológica; C – Violência moral; D – Violência sexual; E – Violência patrimonial; F – Cárcere privado; G – Tráfico de pessoas. Abaixo do gráfico consta a fonte: 'BRASIL. Secretaria de Políticas para as Mulheres. Balanço 2014. Central de Atendimento à Mulher: Disque 180. Brasília, 2015. Disponível em: www.spm.gov.br. Acesso em: 24 jun. 2015 (adaptado).' No alto à esquerda aparece 'TEXTO II'.

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TEXTO II

TIPO DE VIOLÊNCIA RELATADA

51,68%

31,81%

9,68%

2,86%

1,94%

1,76%

0,26%

A

B

C

D

E

F

G

Violência física

Violência psicológica

Violência moral

Violência sexual

Violência patrimonial

Cárcere privado

Tráfico de pessoas

BRASIL. Secretaria de Políticas para as Mulheres. Balanço 2014. Central de Atendimento à Mulher: Disque 180. Brasília, 2015. Disponível em: www.spm.gov.br. Acesso em: 24 jun. 2015 (adaptado).

Fonte: FÓRUM BRASILEIRO DE SEGURANÇA PÚBLICA. Anuário Brasileiro de Segurança Pública. 2015.
Texto III · texto
A violência contra a mulher não é um problema privado, mas sim uma questão de saúde pública e de direitos humanos. É fundamental que a sociedade como um todo se mobilize para enfrentar essa realidade, por meio de políticas públicas eficazes, educação e conscientização.
Fonte: ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE. Relatório mundial sobre violência e saúde. 2002.

O que o fenômeno social dos “rolezinhos” representa?

Textos Motivadores (3 textos)
Texto I · texto
Segundo o MC Daniel de Souza, a origem do “rolezinho” remete aos chamados encontros de admiradores, em que fãs dos cantores de funk iam aos shoppings para encontrar os ídolos. “Antes do ‘rolezinho’ tinha o encontro de admiradores, que era com os famosinhos das redes sociais, que faziam o seu encontro e reuniam o povo no shopping”, declarou. “É o único lugar que todo mundo conhece e é público”. O jovem acredita que os encontros de admiradores cresceram e se tornaram os “rolezinhos” de hoje, atraindo também pessoas que aproveitam a situação para causar tumulto.
Fonte: ANTONIO, T. Disponível em: http://memoria.ebc.com.br. Acesso em: 16 jun. 2014 (adaptado).
Texto II · charge
Charge em preto e branco de um segurança exigindo documentos de dois jovens com mochila.
Descrição da imagem (gerado por IA)

Charge em preto e branco, em um único quadro. À esquerda, um segurança fardado, de quepe escuro, óculos escuros, cinto com equipamentos e rádio na mão, aponta com o braço estendido para a direita enquanto fala. Diante dele, à direita, estão dois jovens: um de camiseta clara, calça escura e mochila nas costas, e outro de camiseta listrada e bermuda, ambos com expressão de surpresa e braços ao longo do corpo. Do segurança sai um balão de fala com o texto em letras maiúsculas. Ao fundo, à esquerda, uma parede clara com hachuras. No canto inferior direito há a assinatura "DUKE".

Textos contidos na imagem (gerado por IA)

É UM NOVO PROCEDIMENTO PARA EVITAR O "ROLEZINHO" NO SHOPPING. POR FAVOR, A CARTEIRA DE IDENTIDADE E O EXTRATO BANCÁRIO!!!

DUKE

Fonte: Disponível em: http://altamiroborges.blogspot.com.br. Acesso em: 16 jun. 2014.
Texto III · texto
O funk da ostentação, surgido na Baixada Santista e Região Metropolitana de São Paulo nos últimos anos, evoca o consumo, o luxo, o dinheiro e o prazer que tudo isso dá. Em seus clipes, os MCs aparecem com correntes e anéis de ouro, vestidos com roupas de grife, em carros caros, cercado por mulheres. Diferentemente do núcleo duro do hip hop paulista dos anos 80 e 90, que negava o sistema, e também do movimento de literatura periférica e marginal que, no início dos anos 2000, defendia que, se é para consumir, que se comprem as marcas produzidas pela periferia, para a periferia, o funk da ostentação coloca os jovens, ainda que para a maioria só pelo imaginário, em cenários até então reservados para a juventude branca das classes média e alta. Esta, talvez, seja a sua transgressão. Em seus clipes, os MCs têm vida de rico, com todos os signos dos ricos.
Esta exaltação do luxo e do consumo, interpretada como adesão ao sistema, tornou o funk da ostentação desconfortável para uma parcela dos intelectuais brasileiros e mesmo para parte das lideranças culturais das periferias de São Paulo. Agora, os rolezinhos – e a repressão que se seguiu a eles – deram a esta vertente do funk uma marca de insurgência. Ao ocupar os shoppings, a juventude pobre e negra das periferias não estava apenas se apropriando dos valores simbólicos, como já fazia pelas letras do funk da ostentação, mas também dos espaços físicos, o que marca uma diferença.
Fonte: BRUM, E. Disponível em: http://arquivo.geledes.org.br. Acesso em: 16 jun. 2014 (fragmento).

Publicidade infantil em questão no Brasil

Textos Motivadores (3 textos)
Texto I · texto
A aprovação, em abril de 2014, de uma resolução que considera abusiva a publicidade infantil, emitida pelo Conselho Nacional de Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda), deu início a um verdadeiro cabo de guerra envolvendo ONGs de defesa dos direitos das crianças e setores interessados na continuidade das propagandas dirigidas a esse público.
Eloiada por pais, ativistas e entidades, a resolução estabelece como abusiva toda propaganda dirigida à criança que tem “a intenção de persuadi-la para o consumo de qualquer produto ou serviço” e que utilize aspectos como desenhos animados, bonecos, linguagem infantil, trilhas sonoras com temas infantis, oferta de prêmios, brindes ou artigos colecionáveis que tenham apelo às crianças.
Ainda há dúvidas, porém, sobre como será a aplicação prática da resolução. E associações de anunciantes, emissoras, revistas e de empresas de licenciamento e fabricantes de produtos infantis criticam a medida e dizem não reconhecer a legitimidade constitucional do Conanda para legislar sobre publicidade e para impor a resolução tanto às famílias quanto ao mercado publicitário. Além disso, defendem que a autorregulamentação pelo Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (Conar) já seria uma forma de controlar e evitar abusos.
Fonte: IDOETA, P. A.; BARBA, M. D. A publicidade infantil deve ser proibida? Disponível em: www.bbc.co.uk. Acesso em: 23 maio 2014 (adaptado).
Texto II · infografico
Infográfico com mapa-múndi e legendas de símbolos sobre as regras de publicidade dirigida a crianças em diversos países.
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Infográfico com o título 'A PUBLICIDADE PARA CRIANÇAS NO MUNDO', formado por um planisfério em tons de cinza sobre fundo branco. Caixas retangulares com nomes de países estão ligadas por linhas a diferentes regiões do mapa, e cada caixa contém um ou mais símbolos. A legenda, na parte inferior esquerda e central, explica os símbolos: mão fechada com o polegar levantado significa 'Autorregulamentação' (não há leis nacionais; o setor cria normas e faz acordos com o governo); um triângulo com exclamação significa 'Alerta' (mensagens recomendam consumo moderado e alimentação saudável); uma mão com o indicador levantado significa 'Proibição parcial' (comerciais são proibidos em certos horários ou para determinadas faixas etárias); a silhueta de Mickey significa 'Personagens' (famosos e personagens de desenhos não podem aparecer em anúncios de alimentos infantis); e uma mão espalmada significa 'Proibido' (não é permitido nenhum tipo de publicidade para crianças). Os países indicados são: Québec (Canadá), Estados Unidos, Reino Unido, Irlanda, França, Itália, Noruega, Suécia, Dinamarca, Bélgica, Coreia do Sul, Brasil, Chile e Austrália. No rodapé aparecem as fontes: 'Fontes: OMS e Conar/2013'. No alto à esquerda consta 'TEXTO II'.

Textos contidos na imagem (gerado por IA)

TEXTO II

A PUBLICIDADE PARA CRIANÇAS NO MUNDO

QUÉBEC (Canadá)

ESTADOS UNIDOS

REINO UNIDO

IRLANDA

FRANÇA

ITÁLIA

NORUEGA

SUÉCIA

DINAMARCA

BÉLGICA

COREIA DO SUL

BRASIL

CHILE

AUSTRÁLIA

Autorregula-mentação

Não há leis nacionais, o setor cria normas e faz acordos com o governo

Alerta

Mensagens recomendam consumo moderado e alimentação saudável

Proibição parcial

Comerciais são proibidos em certos horários ou para determinadas faixas etárias

Personagens

Famosos e persona-gens de desenhos não podem aparecer em anúncios de alimentos infantis

Proibido

Não é permitido nenhum tipo de publicidade para crianças

Fontes: OMS e Conar/2013

Disponível em: www1.folha.uol.com.br. Acesso em: 24 jun. 2014 (adaptado)

Fonte: Fontes: OMS e Conar/2013. Disponível em: www1.folha.uol.com.br. Acesso em: 24 jun. 2014 (adaptado).
Texto III · texto
Precisamos preparar a criança, desde pequena, para receber as informações do mundo exterior, para compreender o que está por trás da divulgação de produtos. Só assim ela se tornará o consumidor do futuro, aquele capaz de saber o que, como e por que comprar, ciente de suas reais necessidades e consciente de suas responsabilidades consigo mesma e com o mundo.
Fonte: SILVA, A. M. D.; VASCONCELOS, L. R. A criança e o marketing: informações essenciais para proteger as crianças dos apelos do marketing infantil. São Paulo: Summus, 2012 (adaptado).

Alternativas para a escassez de água no Brasil

Textos Motivadores (4 textos)
Texto I · charge
Charge em preto e branco de um retirante com trouxa no ombro caminhando pelo sertão seco, ao lado de uma placa que aponta para a esquerda com os dizeres 'ZUM PAULO'.
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Charge em preto e branco com o título 'FUGINDO DA SECA' no alto à esquerda. No centro, um homem de chapéu de aba larga, camisa clara e calça escura caminha para a direita, carregando sobre o ombro um pedaço de pau com um embornal (trouxa) pendurado na ponta; ele também leva uma pequena bolsa a tiracolo. À esquerda há uma placa cravada no chão apontando para a esquerda, com os dizeres 'ZUM PAULO'. O cenário é árido: solo rachado com tufos de vegetação seca, um cacto à direita, árvores sem folhas e duas aves voando ao fundo. No alto à direita, um sol forte desenhado com raios ocupa o canto. Há uma assinatura de cartunista na parte inferior.

Textos contidos na imagem (gerado por IA)

FUGINDO DA SECA

ZUM PAULO

Fonte: Disponível em: www.radioregionaldeipu.com.br.
Texto II · texto
“Nós não combatemos a seca, nós convivemos com ela”
Alguns milhares de quilômetros longe de São Paulo e outros milhões de litros mais seco está o semiárido nordestino. Há dez anos, quase a totalidade dos 22 milhões de habitantes dessa região ia dormir com sede.
Partiu-se de uma realidade na qual a falta de água é uma realidade histórica. Há famílias que bebem água do barreiro. Para esses povos do semiárido, a água é um bem um precioso. Mulheres chegam a caminhar 15 quilômetros para conseguir uma lata d'água.
Fonte: Disponível em: http://revistaforum.com.br (adaptado).
Texto III · texto
Sudeste pode ‘aprender com Nordeste a lidar com seca’
O presidente do Conselho Mundial da Água disse em entrevista à BBC Brasil que a atual crise hídrica em São Paulo e em outras cidades do Sudeste é uma “oportunidade” para esta região do país, que deveria se inspirar no exemplo do Nordeste para enfrentar o problema.
Segundo ele, daqui em diante, o uso mais eficiente da água e o preparo para enfrentar períodos de estiagem se tornarão uma prioridade, assim como houve uma busca por eficiência energética e medidas capazes de evitar a falta de energia elétrica após os apagões do início da década passada.
“Em meio a essa crise no Sudeste, ninguém fala do Nordeste. Esta região aprendeu com as crises do passado e criaram uma infraestrutura para conseguir sobreviver a este momento difícil”.
Fonte: Disponível em: http://www.bbc.co.uk (adaptado).
Texto IV · infografico
Infográfico com mapa do Brasil comparando a falta de água no sul de Minas e em São Paulo com a situação do semiárido brasileiro.
Descrição da imagem (gerado por IA)

Infográfico com o título 'LÁ E CÁ' e o texto de abertura: 'População de cidades atingidas por falta de água em SP e em MG é maior que a situação no semiárido brasileiro'. No centro, um mapa do Brasil em cinza-claro destaca duas áreas em cinza-escuro: o polígono do semiárido no Nordeste, com as siglas CE, RN, PB, PE, AL, SE, PI e BA, e os estados de SP e MG, no Sudeste. No canto superior direito, uma caixa com o título 'Semiárido brasileiro' reúne os dados: composto por territórios de 8 Estados; 11,5% do território brasileiro está na área; 1.135 municípios; 22,6 milhões de pessoas. Abaixo dessa caixa, em destaque, '24 milhões' de pessoas, aproximadamente, vivem em cidades onde falta água em SP e em MG. À esquerda, uma caixa lista a 'FALTA DE ÁGUA NO SUL DE MG', dividida em 'SEM RACIONAMENTO' (Uberaba, Uberlândia, Delfinópolis, Ituiutaba, Araxá, Lavras) e 'EM CRISE, MAS SEM RODÍZIO' (Prata, Poços de Caldas). No canto inferior direito, uma caixa escura com o título 'SUDESTE' informa que uma das maiores crises da história praticamente secou represas importantes da região que vai da Grande SP até o Triângulo Mineiro.

Textos contidos na imagem (gerado por IA)

LÁ E CÁ

População de cidades atingidas por falta de água em SP e em MG é maior que a situação no semiárido brasileiro

Semiárido brasileiro

Composto por territórios de 8 Estados

11,5% do território brasileiro está na área

1.135 municípios

22,6 milhões de pessoas

24 milhões

de pessoas, aproximadamente, vivem em cidades onde falta água em SP e em MG

FALTA DE ÁGUA NO SUL DE MG

SEM RACIONAMENTO

> Uberaba

> Uberlândia

> Delfinópolis

> Ituiutaba

> Araxá

> Lavras

EM CRISE, MAS SEM RODÍZIO

> Prata

> Poços de Caldas

SUDESTE

Uma das maiores crises da história praticamente secou represas importantes da região que vai da Grande SP até o Triângulo Mineiro

MG

SP

CE

RN

PB

PE

AL

SE

PI

BA

Fonte: Disponível em: www1.folha.uol.com.br (adaptado).

Cooperativismo como alternativa social

Textos Motivadores (3 textos)
Texto I · texto
Cooperativas e desenvolvimento sustentável
A Assembleia Geral das Nações Unidas proclamou 2012 o Ano Internacional das Cooperativas, como reconhecimento do papel fundamental das Cooperativas na promoção do desenvolvimento sócio-econômico de centenas de milhões de pessoas em todo o mundo.
Com este propósito, a Assembleia Geral da ONU apela para a comunidade internacional a fim de que medidas sejam tomadas para a criação de um ambiente favorável e capacitante para o fomento à instalação de cooperativas, objetivando a promoção da conscientização dos povos em relação às importantes contribuições das cooperativas para a geração de empregos e para a consequente melhoria qualitativa de vida dos povos.
Fonte: Disponível em: www.peaunesco.com.br. Acesso em: 20 jun. 2013.
Texto II · infografico
AS COOPERATIVAS AJUDAM A CONSTRUIR UM MUNDO MELHOR
DOE SEU LIXO
Fonte: Disponível em: www.peaunesco.com.br e www.doeseulixo.org.br. Acesso em: 20 jun. 2013.
Texto III · texto
“Porque nós somos os médicos do planeta, o planeta está doente e o ser humano está adoecendo cada vez mais. Quanto menos ele trata o lixo, mais ele adoece o planeta. E nós estamos aqui fazendo um trabalho digno. De fazer com que aquelas pessoas que ainda não têm consciência, bem, vamos esperar que elas tenham, mas enquanto isso nós vamos fazendo esse trabalho”.
Marli, membro de uma cooperativa de catadores de lixo instalada no centro de São Paulo.
Fonte: Disponível em: http://g1.globo.com. Acesso em: 20 jun. 2013 (adaptado).

Efeitos da implantação da Lei Seca no Brasil

Textos Motivadores (3 textos)
Texto I · texto
Qual o objetivo da “Lei Seca ao volante”?
De acordo com a Associação Brasileira de Medicina de Tráfego (Abramet), a utilização de bebidas alcoólicas é responsável por 30% dos acidentes de trânsito. E metade das mortes, segundo o Ministério da Saúde, está relacionada ao uso do álcool por motoristas. Diante deste cenário preocupante, a Lei 11.705/2008 surgiu com uma enorme missão: alertar a sociedade para os perigos do álcool associado à direção.
Para estancar a tendência de crescimento de mortes no trânsito, era necessária uma ação enérgica. E coube ao Governo Federal o primeiro passo, desde a proposta da nova legislação à aquisição de milhares de etilômetros. Mas para que todos ganhem, é indispensável a participação de estados, municípios e sociedade em geral. Porque para atingir o bem comum, o desafio deve ser de todos.
Fonte: Disponível em: www.dprf.gov.br. Acesso em: 20 jun. 2013.
Texto II · infografico
Anúncio em preto e branco com um copo de bebida ao lado de um carro batido e a frase "Não deixe a bebida mudar o seu destino".
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Peça publicitária em preto e branco. À esquerda, em primeiro plano, um copo alto cheio de bebida clara com espuma no topo ocupa boa parte da altura da imagem. À direita, um automóvel pequeno com a frente amassada aparece sobre uma superfície escura, como uma estrada, sob céu nublado. Na metade superior direita estão as frases de campanha em letras maiúsculas grandes, e abaixo delas uma linha menor. Na base, à esquerda, há um brasão e a indicação "EMERGÊNCIA: 191" e, à direita, logotipos e nomes de órgãos oficiais.

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NÃO DEIXE A BEBIDA MUDAR O SEU DESTINO

DIRIGIR ALCOOLIZADO É CRIME E PODE DAR CADEIA

EMERGÊNCIA: 191

Polícia Rodoviária Federal

Ministério da Justiça

BRASIL

GOVERNO FEDERAL

Fonte: Disponível em: www.operacaoleisecarj.rj.gov.br. Acesso em: 20 jun. 2013 (adaptado).
Texto III · texto
Repulsão magnética a beber e dirigir
A lei da física que comprova que dois polos opostos se atraem em um campo magnético é um dos conceitos mais populares desse ramo do conhecimento. Tulipas de chope e bolachas de papelão não servem, em condições normais, como objetos de experimento para confirmar essa proposta. A ideia de uma agência de comunicação em Belo Horizonte foi bem simples. ímãs foram inseridos em bolachas utilizadas para descansar os copos, de forma imperceptível para o consumidor. Em cada lado, há uma opção para o cliente: dirigir ou chamar um táxi depois de beber. Ao mesmo tempo, tulipas de chope também receberam pequenos pedaços de metal mascarados com uma pequena roda de papel na base do copo. Durante um fim de semana, todas as bebidas servidas passaram a pregar uma peça no cliente. Ao tentar descansar seu copo com a opção dirigir virada para cima, os ímãs apresentavam a mesma polaridade e, portanto, causando repulsão, fazendo com que o descanso fugisse do copo; se estivesse virada mostrando o lado com o desenho de um táxi, ela rapidamente grudava na base do copo. A ideia surgiu da necessidade de passar a mensagem de uma forma leve e no exato momento do consumo.
Fonte: Disponível em: www.operacaoleisecarj.rj.gov.br. Acesso em: 20 jun. 2013 (adaptado).

O GRUPO FORTALECE O INDIVÍDUO?

Textos Motivadores (3 textos)
Texto I · texto
Nasce um grande movimento
A Associação dos Funcionários de Bancos de São Paulo teve seu estatuto aprovado em 16 de abril de 1923, em assembleia da qual participaram 84 bancários. A preocupação inicial era credenciar os bancários à entidade e criar uma identidade da categoria, até então integrada aos comerciários. Menos de 10 anos depois aconteceu a primeira greve de bancários da história, iniciada em Santos, em 18 de abril de 1932. Eram os funcionários do Banespa que reivindicavam melhorias salariais e das condições sanitárias — havia grande incidência de tuberculose à época. Essa greve foi vitoriosa; entretanto, a conquista que marcou a década de 30 foi a redução da jornada de trabalho para seis horas, em novembro de 1933. A Associação passou a chamar-se Sindicato dos Bancários de São Paulo.
Fonte: Disponível em: www.spbancarios.com.br. Acesso em: 19 jul. 2012.
Texto II · texto
Fotografia em preto e branco de mulheres sentadas no chão diante de um prédio, atrás de uma faixa "Estamos em greve".
Descrição da imagem (gerado por IA)

Fotografia em preto e branco, ao ar livre, diante da fachada de um prédio com portas de vidro e paredes com placas afixadas. Um grupo numeroso de mulheres está sentado no chão, enfileirado, ocupando toda a largura da imagem; algumas conversam entre si, outras seguram papéis. À frente do grupo, estendida, há uma grande faixa com a inscrição "ESTAMOS EM GREVE" em letras grandes, e, na linha de baixo da faixa, parte do texto aparece encoberta pelas pessoas. Na fachada, atrás do grupo, há cartazes menores com o mesmo teor, um deles com uma imagem.

Textos contidos na imagem (gerado por IA)

ESTAMOS EM GREVE

ESTAMOS ENGREVE

Fonte: Disponível em: www.menuel.com.br. Acesso em: 19 jul. 2012 (adaptado).
Texto III · texto
Marcha das vadias
A 2ª edição brasileira da Marcha das Vadias aconteceu simultaneamente em 14 cidades do país, entre elas São Paulo (SP), Florianópolis (SC), Rio de Janeiro (RJ), Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Recife (PE), Salvador (BA) e Natal (RN). Além de chamar a atenção aos diversos tipos de violência sofridos pelas mulheres — verbal, física ou sexual —, a mobilização pretende combater a responsabilização das vítimas pela violência sofrida e ressaltar os direitos do sexo feminino.
A manifestação é inspirada no movimento mundial intitulado “Slut Walk”, criado em abril do ano passado, após um oficial da polícia de Toronto, no Canadá, dizer que, para evitar estupros, as mulheres deveriam deixar de se “vestir como vadias”.
Fonte: Disponível em: http://noticias.uol.com.br. Acesso em: 19 jul. 2012 (adaptado).

O MOVIMENTO IMIGRATÓRIO PARA O BRASIL NO SÉCULO XXI

Textos Motivadores (3 textos)
Texto I · texto
Ao desembarcar no Brasil, os imigrantes trouxeram muito mais do que o anseio de refazer suas vidas trabalhando nas lavouras de café e no início da indústria paulista. Nos séculos XIX e XX, os representantes de mais de 70 nacionalidades e etnias chegaram com o sonho de “fazer a América” e acabaram por contribuir expressivamente para a história do país e para a cultura brasileira. Deles, o Brasil herdou sobrenomes, sotaques, costumes, comidas e vestimentas.
A história da migração humana não deve ser encarada como uma questão relacionada exclusivamente ao passado; há a necessidade de tratar sobre deslocamentos mais recentes.
Fonte: Disponível em: http://www.museudaimigracao.org.br. Acesso em: 19 jul. 2012 (adaptado).
Texto II · infografico
Mapa da rota de migração dos haitianos do Haiti até o Brasil, passando pelo Panamá, Equador e Peru.
Descrição da imagem (gerado por IA)

Mapa das Américas Central e do Sul com o título 'NOVO LAR' e o subtítulo 'Rota de migração dos haitianos para o Brasil'. Uma linha de setas tracejadas parte de Porto Príncipe, no Haiti, atravessa o mar até o Panamá e desce pelo Equador (Quito) e pelo Peru (Lima) até a fronteira brasileira, entrando pelo Acre (AC), seguindo para Brasília e chegando a Porto Velho (RO). De Porto Velho, setas curvas maiores seguem para o sudeste e o sul do país. Uma caixa de texto à direita informa: 'De Porto Velho, os haitianos seguem para São Paulo, Minas Gerais e Paraná'. Sobre o Haiti há uma silhueta de pessoa em pé. O mapa traz ainda os nomes CUBA, HAITI, VENEZUELA, COLÔMBIA, EQUADOR, PERU e BRASIL, além do crédito '© OpenStreetMap contributors. CC-BY-SA' e, no rodapé, 'FONTE: MINISTÉRIO DA JUSTIÇA'.

Textos contidos na imagem (gerado por IA)

NOVO LAR

Rota de migração dos haitianos para o Brasil

CUBA

Porto Príncipe

HAITI

PANAMÁ

Panamá

VENEZUELA

COLÔMBIA

Quito

EQUADOR

PERU

Lima

Brasiléia

AC

Porto Velho

BRASIL

RO

De Porto Velho, os haitianos seguem para São Paulo, Minas Gerais e Paraná

FONTE: MINISTÉRIO DA JUSTIÇA

© OpenStreetMap contributors. CC-BY-SA

Fonte: Disponível em: http://www.dpf.gov.br. Acesso em: 19 jul. 2012 (adaptado).
Texto III · texto
Trilha da Costura
Os imigrantes bolivianos, pelo último censo, são mais de 3 milhões, com população de aproximadamente 9,119 milhões de pessoas. A Bolívia em termos de IDH ocupa a posição de 114º de acordo com os parâmetros estabelecidos pela ONU. O país está no centro da América do Sul e é o mais pobre, sendo 70% da população considerada miserável. Os principais países para onde os bolivianos imigrantes dirigem-se são: Argentina, Brasil, Espanha e Estados Unidos.
Assim sendo, este é o quadro social em que se encontra a maioria da população da Bolívia, estes dados já demonstram que as motivações do fluxo de imigração não são políticas, mas econômicas. Como a maioria da população tem baixa qualificação, os trabalhos artesanais, culturais, de campo e de costura são os de mais fácil acesso.
Fonte: OLIVEIRA, R. T. Disponível em: http://www.ipea.gov.br. Acesso em: 19 jul. 2012 (adaptado).

CULTURA E MUDANÇA SOCIAL

Textos Motivadores (3 textos)
Texto I · texto
Texto sobre o Grupo Cultural AfroReggae, criado para promover a inclusão social de jovens moradores de favelas por meio de educação, arte e cultura. Descreve atividades artísticas e sua atuação em territórios marcados por desigualdades e violência.
Fonte: Disponível em: http://www.afroreggae.org.br. Acesso em: 18 nov. 2010 (adaptado).
Texto II · texto
Fotografia em preto e branco de um homem idoso de óculos falando ao microfone.
Descrição da imagem (gerado por IA)

Fotografia em preto e branco, em close-up, de um homem mais velho de cabelos claros e finos, usando óculos de armação escura, com um fio ou cordão pendurado ao lado do rosto. Ele segura um microfone com a mão, próximo à boca, e está com a boca aberta, como se estivesse falando. Usa uma camisa clara de gola aberta. O fundo é desfocado, com tons claros.

Textos contidos na imagem (gerado por IA)

Nenhum texto foi identificado nesta imagem.

“Um país não muda pela sua economia, sua política e nem mesmo sua ciência; muda sim, pela sua cultura.”
Fonte: Disponível em: http://www.ibase.br. Acesso em: 18 nov. 2010.
Texto III · texto
Betinho: uma trajetória de luta
Herbert José de Souza, o Betinho, buscou a vida de forma intensa para si e para os outros, particularmente para os excluídos da sociedade. Seu humor e sua ironia juntavam-se a uma forte indignação diante da mínima injustiça.
Ele afirmava que a democracia não é um modelo ou uma estrutura acabada; é algo que constantemente deve ser sonhado, imaginado ou recriado. A busca de ser livre, igual, diverso, solidário e participante é um princípio que deve fermentar nosso constante sonhar e imaginar a democracia como guia de intervenção cidadã.
Fonte: GRZYBOWSKI, C. Disponível em: http://www.comitebetinho.org.br. Acesso em: 18 nov. 2010 (adaptado).

VIVER EM REDE NO SÉCULO XXI: OS LIMITES ENTRE O PÚBLICO E O PRIVADO

Textos Motivadores (3 textos)
Texto I · texto
Liberdade sem fio
A ONU acaba de declarar o acesso à rede um direito fundamental do ser humano – assim como saúde, moradia e educação. No mundo todo, pessoas começam a abrir seus sinais privados de wi-fi, organizações e governos se mobilizam para expandir a rede para espaços públicos e regiões onde ela ainda não chega, com acesso livre e gratuito.
Fonte: ROSA, G.; SANTOS, P. Galileu. Nº 240, jul. 2011 (fragmento).
Texto II · texto
A internet tem ouvidos e memória
Uma pesquisa da consultoria Forrester Research revela que, nos Estados Unidos, a população já passou mais tempo conectada à internet do que em frente à televisão. Os hábitos estão mudando. No Brasil, as pessoas já gastam cerca de 20% de seu tempo on-line em redes sociais. A grande maioria dos internautas (72%, de acordo com o Ibope Mídia) pretende criar, acessar e manter um perfil em rede. “Faz parte da própria socialização do indivíduo do século XXI estar numa rede social. Não estar equivale a não ter uma identidade ou um número de telefone no passado”, acredita Alessandro Barbosa Lima, CEO da e.Life, empresa de monitoração e análise de mídias.
As redes sociais são ótimas para disseminar ideias, tornar alguém popular e também arruinar reputações. Um dos maiores desafios dos usuários de internet é saber ponderar o que se publica nela. Especialistas recomendam que não se deve publicar o que não se fala em público, pois a internet é um ambiente social e, ao contrário do que se pensa, a rede não acoberta anonimato, uma vez que mesmo quem se esconde atrás de um pseudônimo pode ser rastreado e identificado. Aqueles que, por impulso, se exaltam e cometem gafes podem pagar caro.
Fonte: Disponível em: http://www.terra.com.br. Acesso em: 30 jun. 2011 (adaptado).
Texto III · charge
Tira de quadrinhos em preto e branco com três quadros: um homem reclama de câmeras de vigilância e, no fim, um monitor aparece surpreso.
Descrição da imagem (gerado por IA)

Tira de quadrinhos em preto e branco com três quadros dispostos lado a lado. No primeiro quadro, um homem de terno e gravata, visto de perfil, olha para cima e fala, enquanto uma câmera de segurança pende do teto por um cabo; sua fala é: 'Malditas câmeras, somos monitorados o tempo todo!'. No segundo quadro, o mesmo homem aparece com o braço estendido e a mão espalmada, também falando e olhando para cima, com a câmera pendurada acima dele; a fala é: 'Se você está me ouvindo, saiba que podemos lutar contra a Sociedade do Controle juntos!'. No terceiro quadro, a cena muda para uma sala de monitoramento: um homem uniformizado, de quepe, sentado diante de um monitor de computador e de um painel com botões, vira o rosto para o lado com expressão surpresa, e a câmera aparece no alto. Na lateral esquerda da tira, escrito na vertical, está 'QUADRINHOS DOS ANOS 10'.

Textos contidos na imagem (gerado por IA)

QUADRINHOS DOS ANOS 10

Malditas câmeras, somos monitorados o tempo todo!

Se você está me ouvindo, saiba que podemos lutar contra a Sociedade do Controle juntos!

Fonte: DAHMER, A. Disponível em: http://malvados.wordpress.com. Acesso em: 30 jun. 2011.

Ajuda humanitária

Textos Motivadores (3 textos)
Texto I · texto
Comitê de Ajuda Humanitária da UEPB treina voluntários para atuar junto às vítimas de Palmares
Quinta, 01 de julho de 2010 16:19
Na manhã desta quinta-feira, cerca de 50 pessoas, entre alunos e professores da Universidade Estadual da Paraíba, participaram do 1º Treinamento de Equipe Multidisciplinar para Atuação em Situação de Emergência, oferecido pelo Comitê de Ajuda Humanitária, Social e da Saúde, criado recentemente pela Instituição.
A primeira atividade da equipe terá início já neste domingo, data em que viajarão para a cidade de Palmares (AL), onde permanecerão por uma semana, para oferecer apoio humanitário aos moradores daquela localidade, uma das tantas atingidas pelas chuvas e enchentes que assolaram os estados de Pernambuco e Alagoas nas últimas semanas.
Fonte: Disponível em: http://www.uepb.edu.br. Acesso em: 23 ago. 2010 (adaptado).
Texto II · texto
TERREMOTO NO HAITI
Redes Sociais da Internet foram o principal meio de comunicação
14/01/2010 00:01h
Durante todo o dia de ontem, a Internet foi o principal meio usado pelo Haiti para se comunicar com o mundo. Mensagens ao exterior foram encaminhadas por estrangeiros no país e por moradores locais. Apesar da instabilidade na rede – os sistemas de luz e telefone também estavam intermitentes –, os sites de relacionamento foram usados para acalmar familiares e clamar por auxílio internacional.
No Brasil, usuários do Twitter divulgavam a ação da ONG Viva Rio, que abriu uma conta para receber doações aos desabrigados no Haiti. (OT, com Agência Estado)
Fonte: Disponível em: http://www.gazetadopovo.com.br. Acesso em: 30 abr. 2010.
Texto III · imagem
Cartaz de campanha pedindo doações para as vítimas das chuvas no Rio de Janeiro, com lista de produtos de primeira necessidade.
Descrição da imagem (gerado por IA)

Cartaz de campanha em tons de cinza, com fundo escuro e um grande círculo central. Dentro do círculo, está o texto "O RIO PRECISA DA SUA AJUDA!" em letras grandes e claras, em quatro linhas. Abaixo do círculo, um texto em letras maiúsculas convida a fazer a doação para as vítimas das chuvas no Rio de Janeiro. Em seguida, uma lista de produtos de primeira necessidade. Na base da imagem, uma faixa clara com diversos brasões e logotipos de órgãos, entre eles o de Rio Ribeirão Preto.

Textos contidos na imagem (gerado por IA)

O RIO PRECISA DA SUA AJUDA!

FAÇA AQUI A SUA DOAÇÃO PARA AS VITIMAS DAS CHUVAS NO RIO DE JANEIRO.

PRODUTOS DE PRIMEIRA NECESSIDADE:

LIMPEZA E HIGIENE PESSOAL | LEITE EM PÓ | ALIMENTOS INFANTIS

FRALDAS DESCARTÁVEIS (GERIÁTRICAS E INFANTIS)

PREFEITURA DE CÂMARA RIBEIRÃO PRETO

Fonte: Disponível em: http://gcmandretavares.blogspot.com. Acesso em: 23 ago. 2010.

O Trabalho na Construção da Dignidade Humana

Textos Motivadores (4 textos)
Texto I · texto
O que é trabalho escravo
Escravidão contemporânea é o trabalho degradante que envolve cerceamento da liberdade
A assinatura da Lei Áurea, em 13 de maio de 1888, representou o fim do direito de propriedade de uma pessoa sobre a outra, acabando com a possibilidade de possuir legalmente um escravo no Brasil. No entanto, persistiram situações que mantêm o trabalhador sem possibilidade de se desligar de seus patrões. Há fazendeiros que, para realizar derrubadas de matas nativas para formação de pastos, produzir carvão para a indústria siderúrgica, preparar o solo para plantio de sementes, entre outras atividades agropecuárias, contratam mão de obra utilizando os contratadores de empreitada, os chamados “gatos”. Eles aliciam os trabalhadores, servindo de fachada para que os fazendeiros não sejam responsabilizados pelo crime.
Trabalho escravo se configura pelo trabalho degradante aliado ao cerceamento da liberdade. Este segundo fator nem sempre é visível, uma vez que não mais se utilizam correntes para prender o homem à terra, mas sim ameaças físicas, terror psicológico ou mesmo as grandes distâncias que separam a propriedade da cidade mais próxima.
Fonte: Disponível em: http://www.reporterbrasil.org.br. Acesso em: 02 set. 2010. (fragmento).
Texto I (fotografia) · fotografia
Fotografia em preto e branco das costas da cabeça e dos ombros de uma pessoa idosa com blusa clara manchada.
Descrição da imagem (gerado por IA)

Fotografia em preto e branco, em plano fechado, mostrando as costas da cabeça, o pescoço e a parte superior das costas de uma pessoa. O cabelo é curto e claro, aparentemente grisalho. A pele do pescoço e dos ombros aparece com dobras e marcas. A pessoa veste uma blusa clara com pequenas manchas ou pontos escuros espalhados e muitas dobras no tecido; uma alça fina e escura atravessa o ombro, passando por cima da blusa. Ao fundo, desfocado, há uma área escura à esquerda e uma área clara à direita.

Textos contidos na imagem (gerado por IA)

Nenhum texto foi identificado nesta imagem.

Fonte: Disponível em: http://www.reporterbrasil.org.br. Acesso em: 02 set. 2010.
Texto II · texto
O futuro do trabalho
Esqueça os escritórios, os salários fixos e a aposentadoria. Em 2020, você trabalhará em casa, seu chefe terá menos de 30 anos e será uma mulher
Felizmente, nunca houve tantas ferramentas disponíveis para mudar o modo como trabalhamos e, consequentemente, como vivemos. E as transformações estão acontecendo. A crise despedaçou companhias gigantes tidas até então como modelos de administração. Em vez de grandes conglomerados, o futuro será povoado de empresas menores reunidas em torno de projetos em comum. Os próximos anos também vão consolidar mudanças que vêm acontecendo há algum tempo: a busca pela qualidade de vida, a preocupação com o meio ambiente, e a vontade de nos realizarmos como pessoas também em nossos trabalhos. “Falamos tanto em desperdício de recursos naturais e energia, mas e quanto ao desperdício de talentos?”, diz o filósofo e ensaísta suíço Alain de Botton em seu novo livro The Pleasures and Sorrows of Works (Os prazeres e as dores do trabalho, ainda inédito no Brasil).
Fonte: Disponível em: http://revistagalileu.globo.com. Acesso em: 02 set. 2010 (fragmento).
Texto III · infografico
Diagrama com a fórmula T=(ma+Qv+I)×g no centro, cercada por cinco balões de fala com palavras como trabalho, qualidade de vida, inovação e globalização.
Descrição da imagem (gerado por IA)

Diagrama sobre fundo branco. No centro, em letras grandes e pretas, está a expressão matemática T=(ma+Qv+I)×g. Ao redor dela há cinco balões de fala cinza com texto em branco, cujas pontas apontam para a expressão central: no alto à esquerda, 'O seu trabalho em 2020'; acima do centro, 'Busca de qualidade de vida'; no alto à direita, 'Inovação'; abaixo do centro, à esquerda, 'Preocupação com o meio ambiente'; e abaixo, à direita, 'Globalização'.

Textos contidos na imagem (gerado por IA)

O seu trabalho em 2020

Busca de qualidade de vida

Inovação

T=(ma+Qv+I)×g

Preocupação com o meio ambiente

Globalização

Fonte: Disponível em: http://revistagalileu.globo.com. Acesso em: 02 set. 2010 (fragmento).

Estatísticas do ENEM

Raio-X completo das questões do ENEM e análise aprofundada da sua evolução nos estudos.

Total de questões 6.868 Banco histórico oficial do ENEM
Anos com questões no banco 16 anos 2010–2025 · nem todas as edições estão incluídas
Questões com habilidade 5.828 84,9% têm código da Matriz oficial
Questões com imagem 2.151 31.3% com gráficos/figuras

Distribuição por Área do Conhecimento

Volume equilibrado de questões pelas 4 áreas oficiais da prova.

Ciências Humanas e suas Tecnologias 1.621 questões (23.6%)
Ciências da Natureza e suas Tecnologias 1.723 questões (25.1%)
Linguagens, Códigos e suas Tecnologias 1.819 questões (26.5%)
Matemática e suas Tecnologias 1.705 questões (24.8%)

Aplicações e Edições

Cobertura de provas regulares e reaplicações oficiais.

Aplicação Regular 3.051 Provas principais anuais
Reaplicação (PPL) 2.987 Mesma matriz e régua pedagógica
Aplicações Especiais 830 Digital, Libras, Belém, etc.

Conquistas do Macaco

Escolha um assunto, resolva questões e acompanhe o que já praticou. Cada questão diferente conta, mesmo quando você erra.

Ver Estatísticas →
Conquistas acadêmicas 0 de 32
Medalhas por resolver questões, revisar erros e fazer simulados.
Outras conquistas 0 de 5
Conquistas opcionais ligadas aos recursos do site.

Guardião da Biosfera

Natureza

Resolva 24 questões sobre ecologia, biodiversidade e impactos ambientais.

0 de 24 questões

Máquina Humana & Celular

Natureza

Resolva 22 questões sobre células, energia e funcionamento do corpo.

0 de 22 questões

Newton Ficaria Orgulhoso

Natureza

Resolva 26 questões sobre movimento, forças, energia, calor e fluidos.

0 de 26 questões

Um Mol de Problemas

Natureza

Resolva 24 questões sobre estrutura da matéria, quantidades e soluções.

0 de 24 questões

Equilíbrio em Chamas

Natureza

Resolva 26 questões sobre transformações químicas, equilíbrio, energia e ambiente.

0 de 26 questões

Raízes, Tronos e Repúblicas

Humanas

Resolva 30 questões sobre formação do brasil: colônia, império e repúblicas.

0 de 30 questões

Gente e Território

Humanas

Resolva 20 questões sobre população, cidades, território e questões socioambientais.

0 de 20 questões

Cidadão do Mundo Global

Humanas

Resolva 24 questões sobre produção, espaço agrário, energia e geopolítica.

0 de 24 questões

Lente Social e Cidadania

Humanas

Resolva 28 questões sobre cultura, desigualdades, trabalho e participação social.

0 de 28 questões

Matemática do Boleto

Matemática

Resolva 32 questões sobre proporção, porcentagem, descontos e juros.

0 de 32 questões

Mestre das Unidades

Matemática

Resolva 24 questões sobre operações numéricas, medidas, conversões e escalas.

0 de 24 questões

Régua e Compasso

Matemática

Resolva 26 questões sobre relações geométricas, áreas, coordenadas e trigonometria.

0 de 26 questões

Não Confie no Gráfico

Matemática

Resolva 32 questões sobre gráficos, estatística, contagem e probabilidade.

0 de 32 questões

Modelador de Funções

Matemática

Resolva 30 questões sobre álgebra, funções, equações e sequências.

0 de 30 questões

Caçador de Entrelinhas

Linguagens

Resolva 32 questões sobre sentidos, gêneros, relações entre textos e imagens.

0 de 32 questões

Brasil Polifônico & Retórico

Linguagens

Resolva 30 questões sobre argumentação, comunicação e diversidade da língua.

0 de 30 questões

Engenheiro de DNA

Natureza

Resolva 16 questões sobre hereditariedade, genética molecular e biotecnologia.

0 de 16 questões

Macaquinho Darwinista

Natureza

Resolva 16 questões sobre evolução, diversidade e adaptações dos seres vivos.

0 de 16 questões

Epidemiologista Nato

Natureza

Resolva 14 questões sobre microrganismos, prevenção e saúde coletiva.

0 de 14 questões

Eletricista sem CREA

Natureza

Resolva 18 questões sobre circuitos, consumo de energia e eletromagnetismo.

0 de 18 questões

Na Mesma Sintonia

Natureza

Resolva 18 questões sobre ondas, luz e fenômenos da física moderna.

0 de 18 questões

Cadeias e Funções

Natureza

Resolva 16 questões sobre compostos orgânicos, funções e suas transformações.

0 de 16 questões

Encruzilhadas do Mundo

Humanas

Resolva 22 questões sobre processos históricos de diferentes sociedades e épocas.

0 de 22 questões

Terra, Relevo e Mapas

Humanas

Resolva 16 questões sobre natureza, clima, água e leitura cartográfica.

0 de 16 questões

Filósofo de Ágora

Humanas

Resolva 20 questões sobre conhecimento, ética, política e problemas filosóficos.

0 de 20 questões

Arquiteto 3D

Matemática

Resolva 18 questões sobre sólidos, planificações, volumes e visualização espacial.

0 de 18 questões

Devorador de Livros

Linguagens

Resolva 22 questões sobre formas literárias, tradições e leitura de obras.

0 de 22 questões

Olhar Estético & Corpo em Movimento

Linguagens

Resolva 22 questões sobre artes, patrimônio, práticas corporais e inclusão.

0 de 22 questões

Passaporte de Leitura

Linguagens

Resolva 14 questões sobre leitura em língua estrangeira: escolha inglês ou espanhol.

0 de 14 questões

Escolha a língua para treinar:InglêsEspanhol

A Revanche

Práticas

Volte a uma questão que você errou e acerte na revisão.

0 de 1 questões revistas com acerto

Caçador de Representações

Práticas

Resolva 12 questões com gráficos, tabelas, mapas, diagramas ou imagens.

0 de 12 questões com imagem

Batismo de Fogo

Práticas

Conclua um dia de prova oficial, respondendo todas as questões válidas.

0 de 1 dias oficiais concluídos

Outras conquistas

Primeiro Salto

Responda sua primeira questão.

0 de 1 ações

Arquiteto de Cadernos

Organize seus estudos em dois cadernos personalizados.

0 de 2 ações

Colecionador de Joias

Guarde cinco questões nas Favoritas.

0 de 5 ações

Portabilidade Total

Exporte um backup completo para guardar seu progresso.

0 de 1 ações

Conexão Macaco

Compartilhe uma questão ou proposta de redação.

0 de 1 ações

NOVA CONQUISTA

Macaquinho Não Erra Duas Vezes

Você acertou uma questão que estava no seu Caderno de Erros.